<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><rss xmlns:atom='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' version='2.0'><channel><atom:id>tag:blogger.com,1999:blog-6817517580954195471</atom:id><lastBuildDate>Tue, 05 Jan 2010 13:16:53 +0000</lastBuildDate><title>MS Maçom Blog</title><description>Alguns esclarecimentos são importantes. Outros ficam a mercê do entendimento individual. 
.'. www.msmacom.com.br  .'.</description><link>http://msmacom.blogspot.com/</link><managingEditor>noreply@blogger.com (MS Maçom)</managingEditor><generator>Blogger</generator><openSearch:totalResults>212</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-6817517580954195471.post-7799380072757348421</guid><pubDate>Sat, 02 Jan 2010 14:32:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-01-02T12:32:57.811-02:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Roma</category><title>Origens lendárias e a época dos reis</title><description>&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://channel.nationalgeographic.com/staticfiles/NGC/StaticFiles/Images/Show/38xx/381x/3813_king-tut-and-lost-dynasty-3_05320299.JPG" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="179" ps="true" src="http://channel.nationalgeographic.com/staticfiles/NGC/StaticFiles/Images/Show/38xx/381x/3813_king-tut-and-lost-dynasty-3_05320299.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para compatibilizar a lenda segundo a qual os romanos descenderiam de troianos com a tradição que atribuía a Roma a condição de colônia de Alba Longa, a cidade principal da Confederação Latina, e para preencher a lacuna entre a data suposta da Guerra de Tróia e a fundação de Roma no século VIII a.C. inventou-se uma série de reis albanos, o primeiro dos quais teria sido Ascânio, filho de Enéias Amúlio, o último da série, destronou Numítor, o rei legítimo, e fez de Réa Sílvia, a filha de Numítor, uma Virgem Vestal, impedindo-a de casar-se. Entretanto Réa Sílvia tornou-se com o deus Marte a mãe de dois filhos gêmeos — Rômulo e Remo. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="fullpost"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Amúlio mandou matar a mãe e lançou os filhos no rio Tibre. Rômulo e Remo foram salvos e amamentados por uma loba (talvez o totem de uma tribo latina) até serem descobertos pelo pastor real Faústulo, que com sua mulher Aca Larência os criou. Os dois foram reconhecidos casualmente, destronaram Amúlio e devolveram o poder real a Numítor, decidindo então fundar uma nova povoação no lugar onde foram salvos das águas do rio. Um augúrio tirado do vôo dos pássaros determinou que Rômulo seria o rei da nova povoação. Rômulo passou a construir uma cidade no monte Palatino, e Remo demonstrou seu desprezo por ela saltando por cima da muralha recém-construída, porém foi morto em seguida por Rômulo ou um de seus companheiros. Com o objetivo de assegurar mulheres para seu povo Rômulo convidou os sabinos habitantes das regiões circunvizinhas para presenciarem jogos que estavam celebrando, e enquanto estes se realizavam os romanos raptaram as mulheres sabinas (o “Rapto das Sabinas”). Eclodiu a guerra, e os sabinos comandados por Tito Tácio sitiaram o Capitólio, então um posto avançado da cidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A essa altura dos acontecimentos Tarpéia, filha do comandante das tropas romanas, dispôs-se a entregar a cidadela mediante traição se os sabinos lhe dessem o que usavam em seu braço esquerdo, querendo referir-se a seus braceletes de ouro; entretanto, quando os sabinos irromperam premiaram sua traição esmagando-a sob seus escudos (em algumas versões, talvez de origem Sabina, Tarpéia aparece como uma heroína). Os romanos, que ainda se mantinham firmes no Palatino, reconciliaram-se com os sabinos após mais alguns combates graças à intervenção das mulheres raptadas, e os dois povos passaram a conviver pacificamente. Rômulo desapareceu pouco depois, segundo a lenda em meio a uma tempestade com trovoadas, mas correu o rumor de que ele fora estraçalhado por seus conselheiros. De conformidade com a tradição Roma foi governada inicialmente por uma sucessão de seis outros reis: Numa, Pompílio, Tulo Hostílio, Anco Márcio, Tarquínio Prisco, Sérvio Túlio e Tarquínio Soberbo. A credibilidade das lendas relativas a esse período é pouquíssima, porém os romanos aceitavam-nas e as incorporaram à sua literatura; algumas delas parecem ter-se desenvolvido a partir de elementos da religião e do ritual romanos posteriores, e outras apresentam influências gregas, em sua invenção, mas os três últimos reis têm evidentemente um certo fundamento histórico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com a cronologia oficial a fundação de Roma ocorreu em 753 a.C. A história de sua origem troiana é uma fábula, mas a tradição que apresentava a cidade como tendo sido uma colônia fundada pelos latinos de Alba Longa pode ser verdadeira. Essa tradição tinha a seu favor a posição da cidade nas proximidades do mar e dominando a navegação no rio Tibre. Houve uma expansão gradual e talvez infiltração de outros povos, principalmente sabinos. Pensava-se que os nomes das três antigas tribos de Roma — Ramnes, Tities e Luceres — representavam três raças originárias, a latina, a sabina e a etrusca, e essa tradição pode corresponder à realidade. Aparentemente o rei era designado por um interex eleito por um Senado ou conselho real composto pelos chefes das gentes ou clãs, nos quais se agrupavam as famílias com um ancestre único e seus dependentes; essa eleição era confirmada pelo povo reunido em assembléia (comitia curiata) das trinta curiae, ou grupos territoriais de famílias em que a população se dividia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os membros das famílias nobres eram conhecidos como patrícios, e os restantes como plebeus. Houve aparentemente numerosas guerras no período dos reis, graças às quais o território romano aumentou. Roma destruiu Alba Longa, segundo a lenda quando Tulo Hostílio era rei, e na época de Anco Márcio fundou uma colônia em Óstia, nas proximidades da foz do Tibre. Durante o reinado de Tarquínio Prisco (a crer nos relatos conhecidos um aventureiro, meio grego e meio etrusco, que chegou a Roma para tentar a sorte e conquistou o trono) e de seus dois sucessores, a influência etrusca passou a ser mais forte em Roma. Os etruscos, um povo poderoso em termos de comércio e indústria, talvez tenham conquistado Roma, ou talvez as cidades etruscas tenham aceitado Tarquínio como seu rei. Sérvio Túlio, homem de origem humilde, expandiu a cidade, construindo em sua volta, segundo a tradição, a muralha que lhe perpetuou o nome.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;Os últimos reis de Roma provavelmente também executaram outras obras públicas importantes — a Cloaca Máxima, o templo de Júpiter no Capitólio, etc. Atribui-se a Sérvio Túlio certas reformas administrativas, notáveis por algumas características que perduraram durante a época republicana. Esse rei criou as tribos, originariamente em número de trinta e aumentadas afinal para trinta e cinco; as tribos eram distritos territoriais, e o census ou registro dos cidadãos e de seus bens, e o tributum ou imposto de guerra sobre os bens, relacionavam-se estreitamente com elas. Além disso, Sérvio Túlio dividiu o povo em cinco classes em centuriae, que para os efeitos mais importantes substituíram as curiae mais antigas (fixava-se o número de centuriae em cada classe de maneira a dar a preponderância do poder de voto na assembléia — os comitia centuriata votando por centuriae — às classes mais ricas).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por outro lado essas classes suportavam o peso maior dos encargos tributários e do serviço militar. As reformas introduzidas por Sérvio Túlio produziram posteriormente o efeito político de substituir o nascimento pela residência e riqueza como qualificações para o exercício de direitos políticos. De acordo com a tradição Tarquínio Soberbo, o ultimo dos reis de Roma, consultou o oráculo de Delfos acerca dos planos de estabelecimento de uma colônia, fato que ilustra a antigüidade das relações entre a Itália e a Grécia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os Tarquínios foram banidos e a monarquia chegou ao fim em 510 a.C., sem dúvida em decorrência de lutas entre os reis e as famílias patrícias. Essas lutas refletem-se na lenda famosa do ultraje a Lucrécia. O período que terminou dessa maneira, excluídas as lendas por ele transmitidas à posteridade e suas indicações a respeito do sangue misturado dos habitantes mais antigos de Roma, pouco influiu na literatura romana. Pouco há no Estado romano primitivo que nos induza a pensar em sua capacidade em termos de grandeza política e literária.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;http://wwww.msmacom.com.br
http://msmacom.blogspot.com&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6817517580954195471-7799380072757348421?l=msmacom.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://msmacom.blogspot.com/2010/01/origens-lendarias-e-epoca-dos-reis.html</link><author>noreply@blogger.com (MS Maçom)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-6817517580954195471.post-6754459473737571696</guid><pubDate>Mon, 28 Dec 2009 21:56:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-12-28T19:56:54.482-02:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Roma Antiga</category><title>As Origens de Roma</title><description>&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_LZA4hgA6T-w/SpyRNxlR2UI/AAAAAAAAAU0/o13ZWh1pCh4/s1600/caduta.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" ps="true" src="http://3.bp.blogspot.com/_LZA4hgA6T-w/SpyRNxlR2UI/AAAAAAAAAU0/o13ZWh1pCh4/s320/caduta.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A Roma antiga situava-se na margem esquerda do rio Tibre, a cerca de 22,5 km de sua foz, e perto da fronteira norte do Lácio, adjacente a Etrúria. A povoação inicial foi no Platino, uma colina entre muitas com aproximadamente 30 a 45 m de altitude elevando-se nas imediações do rio. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Essa povoação constituía o local conhecido como Roma Quadrata, a cidade fortificada que segundo se supunha fora construída por Rômulo. A cidade cresceu inicialmente até incluir a região conhecida como o Septimontium (os sete “montes” eram as três elevações do Palatino, as três do Esquilino e a Celiana), juntamente com a pomoerium (recinto sagrado) à sua volta. A essa área agregou-se por seu turno a povoação aparentada existente nas colinas em frente — o Quirinal e o Viminal. Dentro dos limites dessa cidade conjugada situavam-se o Fórum, ou praça do mercado, e o Capitólio, a fortaleza central.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="fullpost"&gt;&lt;br /&gt;A cidade, no estágio em que se encerrava no interior na muralha Serviana (ou seja, a muralha cuja construção se atribuía a Sérvio Túlio), compreendia as sete colinas de Roma (que se devem distinguir dos sete “montes” mencionados acima), isto é, o Palatino, o Aventino, o Capitolino, o Celiano, o Esquilino, o Viminal e o Quirinal. Essa era a cidade na época republicana, embora no fim desse período as casas já se estendessem além das muralhas (uma lei de Júlio César determinou que até uma distância de 1,6 km fora das portas os residentes deveriam evitar a construção de casas no percurso da estrada). &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A cidade cresceu ainda mais na época imperial, e afinal Aureliano (270-275) mandou cercá-la por uma muralha que incluía não somente uma área mais extensa na margem esquerda, mas também uma parte do Janiculum na margem direita do Tibre.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/1/17/Rome_antique_%28larousse_modf%29.jpg/681px-Rome_antique_%28larousse_modf%29.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="351" ps="true" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/1/17/Rome_antique_%28larousse_modf%29.jpg/681px-Rome_antique_%28larousse_modf%29.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;O centro da cidade era extremamente exíguo e congestionado; Júlio César melhorou-lhe as comunicações com a parte norte (o Campus Martius) mediante a criação do Forum Julium, e Augusto deu continuidade a essas obras com o Forum Augustum. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;As obras completaram-se com a construção do grande Forum Trajanum por ordem do imperador Trajano. As ruas de Roma, ao menos até a reconstrução subseqüente ao incêndio havido na época de Nero, eram estreitas e superlotadas de transeuntes, a ponto de uma lei promulgada por César proibir o tráfego de veículos na cidade durante o dia. Fez-se na parede de um edifício situado na parte norte da Via Sacra uma planta da cidade em mármore, da qual ainda restam fragmentos; supõe-se que sua execução data da época de Septímio Severo e de Caracala, e que essa planta fosse talvez a cópia de outra mais antiga, do tempo de Vespasiano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;http://wwww.msmacom.com.br
http://msmacom.blogspot.com&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6817517580954195471-6754459473737571696?l=msmacom.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://msmacom.blogspot.com/2009/12/as-origens-de-roma.html</link><author>noreply@blogger.com (MS Maçom)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_LZA4hgA6T-w/SpyRNxlR2UI/AAAAAAAAAU0/o13ZWh1pCh4/s72-c/caduta.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-6817517580954195471.post-5112453291501528322</guid><pubDate>Sun, 27 Dec 2009 12:28:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-12-27T10:28:26.128-02:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Euclides</category><title>Os Elementos de Euclides</title><description>&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.educ.fc.ul.pt/docentes/opombo/seminario/comum-mat/images/euclid2.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" ps="true" src="http://www.educ.fc.ul.pt/docentes/opombo/seminario/comum-mat/images/euclid2.jpg" width="141" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A seguir&lt;strong&gt; à Bíblia&lt;/strong&gt; - provavelmente, o livro mais reproduzido e estudado na história do mundo ocidental. Foi o texto mais influente de todos os tempos, tão marcante que os sucessores de Euclides o chamavam de "elementador". &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Esta obra é considerada um dos maiores best-sellers de sempre. Obra admirada pelos matemáticos e filósofos de todos os países e de todos os tempos pela pureza do estilo geométrico e pela concisão luminosa da forma, modelo lógico para todas as ciências físicas pelo rigor das demonstrações e pela maneira como são postas as bases da geometria.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="fullpost"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;São raros os livros que têm sido tão editados, traduzidos e comentados como os Elementos de Euclides. Na antiga Grécia, esta obra foi comentada por Proclo (410 - 485), Herão (c. 10 - 75) e Simplício (490 - 560); na Idade-Média foi traduzida em latim e árabe; após a descoberta da imprensa, fizeram-se dela numerosas edições em todas as línguas europeias. A primeira destas edições foi a de Campano (1220 - 1296), em latim, publicada em 1482, edição usada por Pedro Nunes (1502 - 1578), que a citou numerosas vezes nas suas obras.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Em Portugal, publicou Angelo Brunelli em 1768 uma tradução em português dos seis primeiros livros, do undécimo e do duodécimo. Para esta tradução serviu-se da versão latina de Frederico Comandino e fê-la seguir de algumas notas com que Roberto Sinson (1687 - 1768) tinha ilustrado esta versão. Este livro, foi outrora muito usado nas escolas portuguesas razão pela qual se fizeram novas edições da tradução de Brunelli em 1790, 1792, 1824, 1835, 1839, 1852, 1855 e 1862.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os Elementos de Euclides têm uma importância excepcional na história das matemáticas. Com efeito, não apresentam a geometria como um mero agrupamento de dados desconexos, mas antes como um sistema lógico. As definições, os axiomas ou postulados (conceitos e proposições admitidos sem demonstração que constituem os fundamentos especificamente geométricos e fixam a existência dos entes fundamentais: ponto, recta e plano) e os teoremas não aparecem agrupados ao acaso, mas antes expostos numa ordem perfeita. Cada teorema resulta das definições, dos axiomas e dos teoremas anteriores, de acordo com uma demonstração rigorosa.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.educ.fc.ul.pt/docentes/opombo/seminario/comum-mat/images/euclid12.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="234" ps="true" src="http://www.educ.fc.ul.pt/docentes/opombo/seminario/comum-mat/images/euclid12.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;Euclides foi o primeiro a utilizar este método, chamado axiomático. Desta maneira, os seus Elementos constituem o primeiro e mais nobre exemplo de um sistema lógico, ideal que muitas outras ciências imitaram e continuam a imitar. No entanto, não nos podemos esquecer de que Euclides se esforçou por axiomatizar a geometria com os meios de que dispunha na época. É pois, fácil compreender que o sistema que escolheu apresente algumas deficiências. Involuntariamente, em algumas das suas demonstrações admitiu resultados, muitas vezes intuitivos, sem demonstração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Os treze livros&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Os livros I-IV tratam de geometria plana elementar. Partindo das mais elementares propriedades de rectas e ângulos conduzem à congruência de triângulos, à igualdade de áreas, ao teorema de Pitágoras (livro I, proposição 47) e ao seu recíproco (livro I, proposição 48), à construção de um quadrado de área igual à de um rectângulo dado, à secção de ouro, ao círculo e aos polígonos regulares. O teorema de Pitágoras e a secção de ouro são introduzidos como propriedades de áreas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como a maioria dos treze livros, o livro I começa com uma lista de Definições (23, ao todo) sem qualquer comentário como, por exemplo, as de ponto, recta, círculo, triângulo, ângulo, paralelismo e perpendicularidade de rectas tais como:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"um ponto é o que não tem parte", &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"uma recta é um comprimento sem largura"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"uma superfície é o que tem apenas comprimento e largura". &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A seguir às definições, aparecem os Postulados e as Noções Comuns ou Axiomas, por esta ordem. Os Postulados são proposições geométricas específicas. "Postular" significa "pedir para aceitar". Assim, Euclides pede ao leitor para aceitar as cinco proposições geométricas que formula nos Postulados:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. Dados dois pontos, há um segmento de recta que os une;&lt;br /&gt;2. Um segmento de recta pode ser prolongado indefinidamente para construir uma recta;&lt;br /&gt;3. Dados um ponto qualquer e uma distância qualquer pode-se construir um círculo de centro naquele ponto e com raio igual à distância dada;&lt;br /&gt;4. Todos os ângulos rectos são iguais;&lt;br /&gt;5. Se uma linha recta cortar duas outras rectas de modo que a soma dos dois ângulos internos de um mesmo lado seja menor do que dois rectos, então essas duas rectas, quando suficientemente prolongadas, cruzam-se do mesmo lado em que estão esses dois ângulos &lt;br /&gt;(É este o célebre 5º Postulado de Euclides)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, três conceitos fundamentais - o de ponto, o de recta e o de círculo - e cinco postulados a eles referentes, servem de base para toda a geometria euclidiana. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* O livro V apresenta a teoria das proporções de Eudoxo (408 a. C. - 355 a. C.) na sua forma puramente geométrica e &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* O livro VI aplica-a à semelhança de figuras planas. Aqui voltamos ao teorema de Pitágoras e à secção de ouro (livro VI, proposições 31 e 30), mas agora como teoremas respeitantes a razões de grandezas. É de particular interesse o teorema (livro VI, proposição 27) que contém o primeiro problema de máxima que chegou até nós, com a prova de que o quadrado é, de todos os rectângulos de um dado perímetro, o que tem área máxima. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Os livros VII-IX são dedicados à teoria dos números tais como a divisibilidade de inteiros, a adição de séries geométricas, algumas propriedades dos números primos e a prova da irracionalidade do número . Aí encontramos tanto o «algoritmo de Euclides», para achar o máximo divisor comum entre dois números, como o «teorema de Euclides», segundo o qual existe uma infinidade de números primos (livro IX, proposição 20). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* O livro X, o mais extenso de todos e muitas vezes considerado o mais difícil, contém a classificação geométrica de irracionais quadráticos e as suas raízes quadráticas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Os livros XI-XIII ocupam-se com a geometria sólida e conduzem, pela via dos ângulos sólidos, aos volumes dos paralelepípedos, do prisma e da pirâmide, à esfera e àquilo que parece ter sido considerado o clímax - a discussão dos cinco poliedros regulares («platónicos») e a prova de que existem somente estes cinco poliedros regulares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Considerações finais&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao escrever os Elementos, Euclides pretendia reunir num texto três grandes descobertas do seu passado recente: a teoria das proporções de Eudoxo, a teoria dos irracionais de Teeteto (417 a. C. - 369 a. C.) e a teoria dos cinco sólidos regulares, que ocupava um lugar importante na cosmologia de Platão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Euclides compilou nos Elementos toda a geometria conhecida na sua época. Mas, não se limitou a reunir todo o conhecimento geométrico, ordenou-o e estruturou-o como ciência. Isto é, a partir de uns axiomas desenvolveu e demonstrou os teoremas e proposições geométricas, dando novas demonstrações quando as antigas não se adaptavam à nova ordem que havia dado às proposições. Além disso, esmiuçou a fundo as propriedades das figuras geométricas, das áreas e dos volumes e estabeleceu o conceito de lugar geométrico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Embora os Elementos tenham algumas deficiências lógicas, pelos padrões actuais, tais deficiências passaram despercebidas durante mais de dois milénios. O movimento crítico iniciou-se talvez nos finais do século XVII, com John Wallis (1616-1703), continuando um pouco difuso durante o século seguinte, com o abade jesuíta Saccheri (1667-1733) e os matemáticos Lambert (1728-1777) e Gauss (1777-1855). É já bem dentro do século XIX que a crítica a Euclides se assume até às últimas consequências, culminando quer na proposta de geometrias alternativas por Bolyai (1802 - 1860), Lobachewski (1792 - 1856) e Riemann (1826 - 1866), quer numa completa revisão dos fundamentos da geometria euclidiana por Pasch (1843 - 1930) e por Hilbert (1862 - 1943), quer ainda no surgimento de novas concepções sobre a classificação das geometrias por Félix Klein (1849 - 1925).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nada disto retira valor à monumental obra de Euclides. Como dizem Borsuk (1905 - 1982) e Szmielew (Foundations of geometry, 1960):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Se o valor de um trabalho científico pode ser medido pelo tempo durante o qual ele mantém a sua importância, então os Elementos de Euclides são a obra científica mais válida de todos os tempos."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;fonte: "http://www.educ.fc.ul.pt/docentes/opombo/seminario/"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;http://wwww.msmacom.com.br
http://msmacom.blogspot.com&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6817517580954195471-5112453291501528322?l=msmacom.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://msmacom.blogspot.com/2009/12/os-elementos-de-euclides.html</link><author>noreply@blogger.com (MS Maçom)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-6817517580954195471.post-3317568929213970085</guid><pubDate>Sat, 26 Dec 2009 21:32:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-12-27T10:38:25.267-02:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Roma</category><title>A época republicana; a conquista da Itália</title><description>&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/SwAjzfIJL-I/AAAAAAAACvI/dAcvukJq-1Y/s1600/senado.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" ps="true" src="http://1.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/SwAjzfIJL-I/AAAAAAAACvI/dAcvukJq-1Y/s320/senado.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em suas relações exteriores a jovem república teve de enfrentar agressões por todos os lados; foi atacada e durante algum tempo dominada pela Etrúria (um episódio ao qual estão associados os nomes de Porsena, Horácio Cocles, Clélia e Múcio Cévola. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Um ataque dos latinos parece ter sido repelido numa grande batalha nas proximidades do lago Regilo (em 496). As tribos habitantes das encostas dos Apeninos (os volscos e os équos) saquearam o território romano. Durante essas guerras ocorreram os incidentes ligados aos nomes de Coriolano e Cincinato. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Tendo sobrevivido satisfatoriamente a essas provações, Roma passou da defesa à agressão aproximadamente no final do século V, e atacou a cidade etrusca de Veios (distante cerca de 19 km de Roma), com a qual estivera intermitentemente em guerra ao longo de um século, provavelmente com o objetivo de conquistar suas valiosas terras. Veios caiu após um longo cerco, capturada pelo dictator M. Fúrio Camilo (ap. em 369).&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="fullpost"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A defesa etrusca havia sido inteiramente enfraquecida pelas invasões dos gauleses na Itália do norte e central. Por volta de 390 uma horda de gauleses avançou para o sul em direção ao Lácio e derrotou esmagadoramente o exército romano às margens do Ália, um afluente do Tibre. O grosso da população fugiu de Roma. Os anciãos de nascimento nobre permaneciam sentados em seus salões, e foram massacrados pelos gauleses, que a princípio se mostraram atônitos com sua dignidade silenciosa. Os gauleses destruíram a cidade, à exceção do Capitólio, bravamente defendido por um pequeno contingente comandado por M. Mânlio Capitolino.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Finalmente os gauleses foram persuadidos a retornar a seu próprio território mediante o pagamento de uma quantia em ouro. Grande parte dos registros romanos antigos desapareceu na destruição da cidade, embora a extensão da perda tenha sido questionada. Após recuperar-se da incursão dos gauleses Roma entrou num período árduo e longo de expansão. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O Lácio foi afinal dominado, e começou a grande luta com os samnitas, os belicosos montanheses dos Abruzos. No curso da segunda Guerra Samnita os romanos sofreram o célebre desastre das Forças Caudinas (em 321), quando os cônsules, iludidos por uma informação falsa, tentaram marchar pelo estreito desfiladeiro de Cáudio, onde foram cercados e obrigados a render-se. O repúdio subseqüente pelo Senado das condições da capitulação provocou rancor redobrado entre os adversários. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os samnitas foram finalmente vencidos na terceira Guerra Samnita, nos primeiros anos do século III. A luta contra eles durara setenta anos e se caracterizava pela ferocidade. Essa luta devastou o sul da Itália, que nunca mais se recuperou. Os próprios samnitas, embora subjugados, jamais se reconciliaram com os romanos; rebelaram-se para apoiar Aníbal, revoltaram-se na Guerra Social e ajudaram Mário em sua marcha sobre Roma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pouco tempo depois, do término das Guerras Samnitas manifestou-se uma desavença entre Roma e Taras, a mais rica e mais poderosa das cidades gregas do sul da Itália. Taras convidou Pirros, rei do Épeiros, para ajudá-la. Pirros desembarcou na Itália com suas forças e seus elefantes no ano de 280 a.C., como paladino do helenismo, valendo-se da experiência militar obtida sob o comando de Alexandre o Grande. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os invasores conseguiram duas vitórias difíceis e inconclusivas sobre os romanos e perceberam que não eram suficientemente fortes para esmagá-los. Diante disso Pirros decidiu atender a um apelo dos sicilianos para ajudá-los contra os cartagineses, e tentou concluir um tratado de paz com os romanos. Em Roma, entretanto, prevaleceu o ponto de vista da facção favorável à continuação da guerra, chefiada pelo idoso Ápio Cláudio Cego, e as hostilidades prosseguiram. A dupla tarefa de Pirros era pesada demais para suas forças. Ele foi derrotado por M. Cúrio Dentato em Benevento, desistiu de suas aventuras na Itália e na Sicília e deixou o solo italiano (em 275) para pôr em prática um novo plano com o objetivo de dominar a Grécia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos cinco anos seguintes Roma capturou Taras e completou a sujeição do sul da Itália. Mediante guerras bem sucedidas (entre 270 e 266) contra os úmbrios, os picentes e os salentinos, os romanos obtiveram a supremacia em toda a península desde o Arno e o Rubicão até o seu extremo sul. Convém descrever sumariamente as relações políticas de Roma com os povos por ela vencidos durante esse período de expansão. Por volta de 493 a.C. Roma concluiu um tratado de defesa comum com a Confederação Latina (a liga de cidades latinas derrotadas pelos romanos junto ao lago Regilo). &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No século seguinte, entretanto, depois de haver passado da defesa à agressão, Roma impôs aos latinos um novo tratado aproximadamente no ano de 360, que na realidade os convertia de aliados em dependentes, e assumiu o controle militar da Confederação. Os latinos revoltaram-se em 340, mas em 338 todos eles estavam subjugados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Algumas de suas cidades foram incorporadas ao Estado romano, enquanto outras se viram compelidas a estabelecer convenções em Roma, pelas quais se obrigavam a fornecer tropas quando pedidas, e ficavam sujeitas a certas restrições em matéria de comércio e casamento com romanos. Roma adotou a política de assegurar o domínio de pontos estratégicos por meio de colônias, seja de cidadãos romanos (coloniae romanae), seja de cidadãos romanos e latinos em conjunto (coloniae latinae). &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Á proporção que ampliava suas conquistas Roma passou a tratar o caso de cada cidade como lhe parecia mais conveniente. As comunidades mais próximas, de um modo geral, iam sendo incorporadas ao Estado romano, com variações nos direitos concedidos; assim, algumas receberam direitos plenos, outras tiveram condições de civitas sine suffragio (sem o direito de voto). As comunidades mais distantes, conhecidas como socii ou aliadas, ficaram ligadas a Roma por tratados onde se definiam seus direitos e obrigações. Todas tinham de prestar ajuda militar a Roma e estavam sujeitas a restrições em suas relações políticas e comerciais com terceiros. Á exceção dessas limitações Roma as deixava substancialmente livres, e elas podiam aspirar a uma possível ascensão a um nível mais alto na união romana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando por volta de 270 a.C. Roma completou a sujeição de toda a península italiana ao sul do Rubicão, seus domínios consistiam nos seguintes territórios: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(1) o Ager Romanus ou o Estado romano propriamente dito, incluindo (a) colônias romanas e (b) Municipia, cidades sujeitas às leis e ao serviço militar romano, e ao pagamento de tributos a Roma, e que evoluíram gradualmente para o governo próprio; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(2) o Nomen Latinum (comunidades latinas não incorporadas ao Estado romano) e colônias latinas; os domínios tinham tratados de aliança com Roma, porém gozavam de privilégios especiais que os distinguiam de&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(3) Socii, as cidades aliadas italianas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Roma conservou até o fim dessa época sua austeridade e simplicidade primitivas, e ainda era um Estado essencialmente agrícola. A retidão e a boa fé (apesar de lapsos ocasionais, como o repúdio do acordo feito nas Forças Caudinas) predominavam nas relações dos romanos com outros povos e inspiravam respeito. Como exemplos da antiga virtude romana podem-se mencionar as histórias dos embaixadores romanos, em seu retorno de Alexandria no ano de 273 a.C., entregando ao Tesouro romano os presentes recebidos de Ptolemaios Filadelfos; de G. Fabrício, que comunicou a Pirros o oferecimento de seu médico para envenená-lo; e de L. Papírio, que reservou para si mesmo somente uma taça de madeira dos ricos despojos de Taras. Foi no fim desse período que Roma sentiu pela primeira vez a influência da cultura helênica, embora sem dúvida tivesse havido intercâmbio comercial antes disso com os gregos, e os romanos houvessem adotado o alfabeto grego em tempos muito recuados, O introdutor do drama e da epopéia gregas em Roma foi um escravo grego, Livio Andrônico, aprisionado por ocasião da captura de Taras. Pode-se também notar a influência grega no desenvolvimento da religião romana.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;http://wwww.msmacom.com.br
http://msmacom.blogspot.com&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6817517580954195471-3317568929213970085?l=msmacom.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://msmacom.blogspot.com/2009/12/epoca-republicana-conquista-da-italia.html</link><author>noreply@blogger.com (MS Maçom)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/SwAjzfIJL-I/AAAAAAAACvI/dAcvukJq-1Y/s72-c/senado.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-6817517580954195471.post-5091480927348555161</guid><pubDate>Thu, 24 Dec 2009 17:05:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-12-24T15:05:30.877-02:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Natal</category><title>o Natal</title><description>&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://i258.photobucket.com/albums/hh278/meusrecados/natal/natal99.gif" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="215" ps="true" src="http://i258.photobucket.com/albums/hh278/meusrecados/natal/natal99.gif" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;Como toda festa religiosa, o Natal é rico em símbolos. Por isso são poucos aqueles que conhecem suas origens e seus significados. O Natal marca a grande festa de solidariedade universal. Pois é comemorado em todo o mundo, até mesmo onde a população cristã é minoria. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Podemos sentir que, quando o dia 25 se aproxima, uma certa ternura vai envolvendo a todos, e o ar fica carregado de uma grande expectativa. O Natal, enfim, cultiva nas pessoas sentimentos muitas vezes esquecidos, como o amor ao próximo. Muitos símbolos que frequentam vitrines iluminadas, a sala de nossas casas cria novos sons, melodias e cores que dão às nossas festas uma grande harmonia. &lt;br /&gt;&lt;span class="fullpost"&gt;&lt;br /&gt;Historicamente, não se tem certeza a respeito da data do nascimento de Jesus. Um acontecimento tão importante como a vinda do filho de Deus mereceria ser lembrado numa ocasião especial, de modo que todos facilmente incorporaram o costume de celebrá-la. Aí, é que entra o dia 25, nessa época do ano ocorre, no hemisfério norte do planeta, o chamado solstício de inverno que é o momento em que o sol, depois de atingir o ponto mais distante de sua órbita, reinicia seu caminho de volta fazendo com que os dias tornem-se mais longos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi da apropriação e do amálgama das festividades pagãs que surgiu o Natal, também como forma de converter os não-cristãos a aderirem ao cristianismo. A celebração do Natal é repleta de símbolos, que fizeram desta tradição uma das festas mais ornamentadas.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;http://wwww.msmacom.com.br
http://msmacom.blogspot.com&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6817517580954195471-5091480927348555161?l=msmacom.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://msmacom.blogspot.com/2009/12/o-natal.html</link><author>noreply@blogger.com (MS Maçom)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-6817517580954195471.post-8262195185842099985</guid><pubDate>Mon, 21 Dec 2009 13:20:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-12-21T11:41:37.485-02:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Natal</category><title>Natal</title><description>&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_YBmkS-1WzZc/SsaNyK7OSqI/AAAAAAAAAXs/rCe8SfUn2r4/s1600/GMGeral.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" ps="true" src="http://3.bp.blogspot.com/_YBmkS-1WzZc/SsaNyK7OSqI/AAAAAAAAAXs/rCe8SfUn2r4/s200/GMGeral.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Nestes dias em que se vive a expectativa de mais um Natal, com a alegre preparação de comemorações do Advento daquele que veio, há dois mil anos, com a missão de salvar a humanidade, dirijo-me a jurisdição do Grande Oriente do Brasil para associar-me à corrente de esperança por dias melhores para o Brasil e o mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E também gostaria formular os melhores votos de felicidades aos maçons brasileiros de todas as obediências, a seus familiares e pessoas queridas nas festividades do excepcional momento da cristandade.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Mensagem de Natal do Grão Mestre Geral do G.O.B. &lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="fullpost"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O caráter iniciático da Maçonaria absorve, no seio da sublime ordem, todos os mistérios das grandes religiões, para nós esclarecidos através dos símbolos que cultivamos e que ajudam a compreender a realidade do universo, solução arquitetural do Grande Ser que nos criou e protege. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O grande mistério do nascimento do Cristo, da descida da Divindade entre os seres humanos e nos seres humanos para salvá-los e guiá-los à vida celestial não é estranho à Maçonaria, cuja primeira característica essencial é justamente a Iniciação, promessa de uma vida dedicada ao serviço, ao amor fraternal, à solidariedade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A fraternidade humana, ou amor ao próximo, é o sustentáculo da Maçonaria. É o princípio, o meio e o fim da Nobre Arte. Nada diferente dos ensinamentos do Avatar. Esses ensinamentos são a força agregadora que sustenta nossa Ordem através dos séculos, resistindo com sacrifícios e vitórias às vicissitudes naturais de sua presença no mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E, além disso, superando com galhardia as eventuais diferenças internas de opinião, todas surgidas do empenho dos Maçons de servirem cada vez melhor ao gênero humano difundido pela superfície da terra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Celebramos o Natal com o coração jubiloso, com o ânimo disposto a expandir as virtudes maçônicas para todos os seres, com a certeza de que todos os Irmãos dedicam-se em oferecer o que de melhor possuem em matéria de inteligência, altruísmo e solidariedade humana para o objetivo da nossa sublime instituição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aproveito a oportunidade do Natal para agradecer os esforços dos respeitáveis Irmãos, desde o mais moderno aprendiz aos mais altos dignitários da Ordem pelo fortalecimento do Grande Oriente do Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Especialmente agradeço aos meus altos pares no governo do GOB, pelo elevado espírito de união que conseguimos imprimir no cumprimento de nossa missão, refletindo essa pura energia aos nossos queridos Iniciados Maçons.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aos eminentes Grão-Mestres dos Estados e do Distrito Federal, meu reconhecimento à seriedade com que desempenham suas altas responsabilidades nas respectivas áreas de atuação, sem esquecer os deveres de lealdade para com os Irmãos em geral e para com o Poder Central que os ampara e lhes dá força.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desejo levar uma palavra de saudação e reconhecimento às Potências com que o Grande Oriente do Brasil mantém tratados de amizade, sejam internas ou de além fronteiras augurando-lhes, felicidade neste Natal de 2009. E que o Novo Ano de 2010 venha a preencher, com a sempre presente fraternidade maçônica, todos os anseios de perfeição em nosso trabalho comum.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Devo ainda uma saudação de agradecimento e de carinho à Fraternidade Feminina Cruzeiro do Sul, liderada com sabedoria por um grupo de cunhadas que têm contribuído para a elevação do nome da Maçonaria em nosso País.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Formulo votos de feliz Natal para os jovens dedicados ao trabalho da Ação Paramaçônica Juvenil e aos seus atentos dirigentes, almejando-lhes que a alegria e o fervor maçônico fortaleçam sempre o entusiasmo que têm demonstrado, no labor cotidiano, esses que são futuro que se espera da Maçonaria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aos dedicados servidores profissionais do GOB, o apoio material que não falta em todas as ocasiões às missões atribuídas aos Irmãos do Poder Central, meus sinceros agradecimentos e meus votos de plena felicidade junto aos seus familiares, na misteriosa Noite de Natal que se aproxima.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que o espírito do Natal sirva, durante a caminhada do Novo Ano, de argamassa com que se liguem a harmonia, a paz e a concórdia em busca da realização dos sagrados princípios da Maçonaria e do seu objetivo mais alto de tornar feliz a humanidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Marcos José da Silva&lt;br /&gt;Grão-Mestre Geral&lt;br /&gt;fonte maconariadobrasi.org.br&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;http://wwww.msmacom.com.br
http://msmacom.blogspot.com&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6817517580954195471-8262195185842099985?l=msmacom.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://msmacom.blogspot.com/2009/12/natal.html</link><author>noreply@blogger.com (MS Maçom)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_YBmkS-1WzZc/SsaNyK7OSqI/AAAAAAAAAXs/rCe8SfUn2r4/s72-c/GMGeral.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-6817517580954195471.post-7067012051656240278</guid><pubDate>Wed, 16 Dec 2009 15:08:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-12-16T13:10:55.307-02:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Escolhas</category><title>Escolhas:</title><description>&lt;a href="http://dominioti.files.wordpress.com/2009/10/escolhas.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 164px; FLOAT: left; HEIGHT: 210px; CURSOR: hand" border="0" alt="" src="http://dominioti.files.wordpress.com/2009/10/escolhas.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;"Não existe nada de completamente errado no mundo, mesmo um relógio parado, consegue estar certo duas vezes por dia."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você é consciente de suas escolhas?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando nossa atenção está no momento presente, temos a chance de transformar nossa vida e nossos relacionamentos (atitudes, palavras, pensamentos, sentimentos). &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Acredite: o fato de colocarmos a atenção em qualquer um desses elementos citados já é a transformação em si. “No momento que eu percebo a coisa como ela é, posso de fato transformá-la.” Enquanto essa percepção não acontece, ficamos alimentando&lt;br /&gt;nossas ilusões, ideais e expectativas a respeito de alguém, de algo, etc.&lt;br /&gt;&lt;span class="fullpost"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ás vezes é mais “fácil” ficar imaginando coisas a respeito do outro do que realmente enfrentar a situação. Mas o que gera esse comportamento de preferir ficar com aquilo que eu imagino do outro a realmente encará-lo de frente? Rejeição. Por medo de rejeição ficamos em nosso mundinho, fechados, sem ar (sem inspiração) e não arriscamos. É não arriscamos sentir dor, mas também não arriscamos dar asas para o amor. E esse sim é capaz de libertar, de dar vida, de fazer vibrar, de fazer orar, de ser capaz de transpirar… e de amor…. Ex: Quando necessitamos dizer algo a alguém e isso traz desconforto (medo de rejeição), para não entrar em contato com esse sentimento de desconforto podemos ir empurrando a situação, ou seja, toda vez que entramos em contato com essa mesma pessoa nos preparamos para falar mas não falamos. Essa atitude, se for prorrogada, causará tensão interna corporal e stress do próprio sistema interno (musculatura rígida). &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="fullpost"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Muito provavelmente, se não estivermos atentos ao que está sendo gerada dentro de nós ,um dia essa tensão explodirá e essa fala sairá muito desorganizada, de uma maneira extremamente agressiva. É claro que se o outro não estiver atento a si próprio, tenderá a reagir a nossa agressividade. Isso gera um ciclo de repetições infindáveis dessa mesma atitude. Um reagindo ao outro. Nenhuma criatividade, nenhuma saída nova para essa relação. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Se, ao contrário, estamos atentos a esse desconforto que é gerado toda vez que pensamos em comunicar aquele fato ao outro, criamos recursos internos de como falar, com que tom de voz, com que cara, que palavras eu escolho para comunicar, ou seja, aqui há escolha e por sua vez, fluxos de forças mais criativas, que abrem espaço para uma nova relação. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Nessa perspectiva, os comportamentos automáticos (sensações de repetição, de prisão) vão desaparecendo, vão diminuindo e podem então surgir os comportamentos criativos. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Criatividade envolve risco, ou seja, sair do conhecido e ir de encontro ao desconhecido. Essa atitude gera medo, insegurança, raiva. Mas o que faço com essa sensação? &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;É necessário objetividade a respeito dos próprios sentimentos. Não explicações do tipo por que isso está acontecendo comigo, mas sim, o quê estou sentindo? (isso é ser objetivo). &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;E a resposta vem , simples: estou sentindo medo , insegurança, raiva. Se lutarmos com esse sentimento, tentando explicar ou emitindo julgamentos do tipo - isso é ruim, não posso sentir isso, não tenho idade para me sentir assim, isso é ridículo – criamos tensões corporais geradas pelo stress. Quem está gerando este estado dentro de mim? Resposta: Eu mesmo. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Aí entramos no campo da responsabilidade. Somos responsáveis por aquilo que geramos, pois sempre há uma escolha no caminho, sempre. Podemos escolher criar tensão (dor) ou relaxamento (prazer). E o prazer vem do fato de percebermos as coisas como elas são. Só nessa atitude posso aprender a lidar com elas. E o aprendizado é a própria vida em ação. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Então vamos às escolhas… Você topa tornar-se realmente consciente de suas escolhas?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Torne-se consciente de suas escolhas”&lt;br /&gt;texto original de Patricia Cuocol&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;http://wwww.msmacom.com.br
http://msmacom.blogspot.com&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6817517580954195471-7067012051656240278?l=msmacom.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://msmacom.blogspot.com/2009/12/escolhas.html</link><author>noreply@blogger.com (Ivair Ximenes Lopes)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-6817517580954195471.post-219781044955427867</guid><pubDate>Mon, 14 Dec 2009 11:50:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-12-14T09:50:24.447-02:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Contos</category><title>Pegadas na neve</title><description>&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_W1Rm_LHD8bI/RY3Lj03hNcI/AAAAAAAAAB4/vbZUTNW47MU/s1600/Pai+Natal.JPG" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" rs="true" src="http://4.bp.blogspot.com/_W1Rm_LHD8bI/RY3Lj03hNcI/AAAAAAAAAB4/vbZUTNW47MU/s320/Pai+Natal.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O céu cinzento cor de chumbo tomara a cor branca como se fosse o tecto de uma sala imensa do tamanho do horizonte, toda atapetada com um espesso manto de neve alva onde enquanto caminhava em passos lentos e firmes, uma figura encolhida do frio imprimia os passos que dava.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Dirigiu-se à janela da primeira das muitas casas que ladeavam a avenida, onde luzes trémulas de Natal enfeitavam as árvores que dançavam ao som do vento, que lhes arremessava pequenos flocos brancos, saturando-lhes as pernadas que sacudia em golpes de tempestade.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Espreitou pela vidraça. Um sorriso ondulou-lhe os lábios confundindo-os com os longos cabelos brancos que se fundiam na barba da mesma cor. Lá dentro uma criança brincava junto à lareira, iluminada por esta, a que se juntavam os olhares dos pais como que a acariciá-la.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Um conto de Natal&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="fullpost"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Aquecido na alma com aquele quadro familiar, seguiu adiante onde através de uma janela pequena, uma luz ténue fazia-se sentir num apelo que atravessava a vidraça embaciada. Uma figura pequena e dobrada pela idade aconchegava-se envolta por um xaile de lã que denunciava os anos de uso, mal cobrindo o magro corpo que se aninhava junto ao braseiro. Este solidário, aquecia a cafeteira de café, que lhe servia de consolo e de companhia. Os olhos daquele homem, que antes sorriam, agora juntavam-se tristes à solidão. As mãos dedilhavam os botões que lhe fixavam o manto do corpo, que agora retirava e colocava na maçaneta da porta daquela casa, onde batera antes de se afastar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Continuou o caminho, no mesmo silêncio dos que caminham sós, até que um barulho de vozes lhe interrompeu o pensamento. Dirigiu-se aonde vinham as vozes, que mais perto, denunciavam uma discussão. Um casal sentado à mesa, mantinha os pratos vazios apesar da mesa farta, anunciando que era a alma a quem faltava o alimento que o desentendimento recusava. Ao lado da janela por onde assistia, num pequeno jardim resistiam as últimas rosas onde gotas de orvalho se transformaram em pequenos diamantes que o frio fabricara. Rapidamente colheu duas delas, deixando-as junto da porta do casal com dois pequenos bilhetes de papel que escrevera de improviso na soleira da porta. Tocou a sineta e regressou apressado ao caminho, enquanto as vozes se calaram na surpresa do toque.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De volta ao silêncio da caminhada, continuou lento, olhando para uma janela, esta um pouco mais iluminada que as restantes. Espreitou furtivo para o candelabro que iluminava intensamente um pequeno oratório, onde uma mãe ajoelhada erguia as mãos, como se buscasse a toalha de linho invisível que lhe enxugasse as lágrimas que lhe corriam pelas faces. Adiante, sentado estava um pai de cabeça tombada que encostava às mãos, que tomara nas suas, de um filho enfermo e febril. Cá fora a expressão do rosto daquele homem fazia coro com as daqueles pais que observava, enquanto colocava as palmas das mãos abertas sobre as vidraças, como se projectasse a bênção que a sorte desconhecera até então e que o sorriso inesperado da criança anunciava agora discreto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A volta ao trilho por onde viera fez-se serena, como mansa era a neve que cobria tudo por onde passara e seguia agora. Um choro baixo mostrava-se discreto, escutado talvez, apenas por aqueles ouvidos treinados pela experiência de ouvir os que clamam em silêncio. Assomou à janela que só ouvindo se apercebia da pouca luz que as vidraças teimavam em deixar ver. Dois rostos ladeavam uma mesa vazia onde uma jarra de flores tomava digna, o lugar que a refeição não ocupava, deixando espaço a dois pares de mãos que pousavam solidárias sobre a toalha branca como a neve. As vestes eram simples e os remendos gritavam mudos de orgulho os cuidados que recebiam apesar do uso, agora menos intenso na actividade, provavelmente por falta de trabalho que atormentava quem aquelas vestiam. Apressado, o homem retirou dos bolsos um embrulho enrugado, onde guardava a refeição seguinte que contava como sua e que o corpo agora recusava. Juntou-lhe algumas moedas que recebera como pedreiro livre e pedinte e deixou no parapeito da janela onde batera no momento de se afastar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Continuou a caminhar, agora dirigindo-se a um vulto que o acaso lhe fizera encontrar, encolhido na soleira de uma porta, por onde o calor se deixava escapar sorrateiro sob a porta pesada duma casa igualmente imponente e aquecida, reforçando o calor que pedaços de cartão a custo asseguravam delicadamente, como se embalassem o mais frágil dos seres. Com o cuidado de não acordar o homem que dormia quase inconsciente no frio, tirou-lhe as roupas velhas e o calçado roto que rápida e furtivamente trocou pelas suas, como se na troca ganhasse o melhor dos tesouros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Voltou ao caminho que tomara antes, apoiado num bordão feito de madeira de acácia, perseguindo os passos que agora eram mais leves enquanto a iluminação de Natal se inclinava diante do brilho que levava nos olhos e o sorriso dos lábios calava o silêncio na noite e as mãos abertas acalmavam o vento e o frio. Olhava para si mesmo, feliz com os braços abertos de contentamento que a parca indumentária que agora tinha tomava lugar em vez das vestes vermelhas que usara como uniforme na noite de Natal. Não ia de trenó nem eram as renas que o transportavam. Era felicidade o que sentia enquanto a dava também aos outros. Era isso que o fazia sentir-se o verdadeiro Pai Natal em gestos e sinais que só ele entendia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Autor: Sheikh&lt;br /&gt;reproduzido de: Respestável Loja sob os auspícios do Grande Oriente Lusitano - Maçonaria Portuguesa - REAA,&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;http://wwww.msmacom.com.br
http://msmacom.blogspot.com&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6817517580954195471-219781044955427867?l=msmacom.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://msmacom.blogspot.com/2009/12/pegadas-na-neve.html</link><author>noreply@blogger.com (MS Maçom)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_W1Rm_LHD8bI/RY3Lj03hNcI/AAAAAAAAAB4/vbZUTNW47MU/s72-c/Pai+Natal.JPG' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-6817517580954195471.post-3034850955110097356</guid><pubDate>Sun, 13 Dec 2009 14:45:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-12-13T12:49:44.406-02:00</atom:updated><title></title><description>&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_qbsPW4VYCkY/SyT9ID8pT0I/AAAAAAAAAN8/AW180p3u0Ug/s1600-h/benja_p.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" ps="true" src="http://4.bp.blogspot.com/_qbsPW4VYCkY/SyT9ID8pT0I/AAAAAAAAAN8/AW180p3u0Ug/s320/benja_p.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;GRANDE ORIENTE DE MATO GROSSO DO SUL &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;GOMS - COMAB&lt;/span&gt; &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;strong&gt;GABINETE DO GRÃO-MESTRE&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="color: #6aa84f;"&gt;&lt;strong&gt;MENSAGEM DE NATAL&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;O Grande Oriente de Mato Grosso do Sul – GOMS, ao comemorar nas festas natalinas o Natal, que tem inicio na caminhada do candidato da cegueira à luz maçônica, recebendo ai um novo renascimento cultural e filosófico, que também poderia ser chamado de natalino e praticado durante os 365 dias do ano. (leia o texto completo)&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span class="fullpost"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;strong&gt;MENSAGEM DE NATAL&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;O Grande Oriente de Mato Grosso do Sul – GOMS, ao comemorar nas festas natalinas o Natal, que tem inicio na caminhada do candidato da cegueira à luz maçônica, recebendo ai um novo renascimento cultural e filosófico, que também poderia ser chamado de natalino e praticado durante os 365 dias do ano. &lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="fullpost"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Durante o processo iniciático e o desenvolvimento maçônico, aprendemos a analisar e a verificar o que precisamos modificar para agir no triplo sentido: pessoal, institucional e social. Ai despertamos em nosso interior o guardião interno, que indicará que devemos agir com a nossa consciência. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os sábios antigos simplificaram na máxima: “O que não gostaríamos que nos fizessem, não deveríamos fazer a outrem”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pessoa para assim agir, necessita não só do conhecimento comum ou empírico, como também do conhecimento cientifico, buscando na historia, na filosofia, na sociologia e na psicologia os fundamentos científicos para a mudança de valores e comportamento. A maçonaria é uma escola de conhecimento e de ação. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A arte real maçônica é construída na inter-relação pessoal na sociedade. A maçonaria é progressiva, o progresso, se da pela evolução da ciência, que simbolicamente a maçonaria estuda as sete ciências, como marco simbólico da tradição, para que o maçom possa ver a realidade pessoal através da auto-analise e social, examinando a realidade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A inspiração do maçom, no trabalho maçônico, tem como parâmetros a verdade e a justiça, dos quais brotam a Liberdade, a Igualdade, a Fraternidade e atualmente a Solidariedade, deixando cair a venda da cegueira maçônica, dos vícios e pré-conceitos, abrindo a mente e o coração para a luz maior do Cristo interno e da Fraternidade, que serão aumentadas e mantidas pela emoção e energia do Ano Novo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estes são os sinceros votos da mensagem de Natal e do Ano Novo, para que as sinergias entrelaçadas, entre as mãos amigas e os corações fraternos de todos os maçons possam trazer alegria, paz, esperança harmonia e prosperidade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desejo a todos os Irmãos e seus familiares, um feliz Natal e um prospero Ano Novo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim Seja! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Benjamim Barbosa &lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Grão Mestre&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;http://wwww.msmacom.com.br
http://msmacom.blogspot.com&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6817517580954195471-3034850955110097356?l=msmacom.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://msmacom.blogspot.com/2009/12/grande-oriente-de-mato-grosso-do-sul.html</link><author>noreply@blogger.com (MS Maçom)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_qbsPW4VYCkY/SyT9ID8pT0I/AAAAAAAAAN8/AW180p3u0Ug/s72-c/benja_p.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-6817517580954195471.post-7482584064276556895</guid><pubDate>Fri, 11 Dec 2009 11:25:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-12-11T09:26:47.044-02:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Direitos</category><title>Declaração Universal dos Direitos Humanos</title><description>&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.grupoescolar.com/a/b/33D7E.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="164" ps="true" src="http://www.grupoescolar.com/a/b/33D7E.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Em 10 de dezembro de 1948, a Assembléia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) adotou, em Paris (França), a Declaração Universal dos Direitos Humanos. Com 30 artigos, a Assembléia proclamou o documento “&lt;em&gt;como o ideal comum a ser atingido por todos os povos e todas as nações, com o objetivo de que cada indivíduo e cada órgão da sociedade, tendo sempre em mente esta Declaração, se esforce, através do ensino e da educação, por promover o respeito a esses direitos e liberdades, e, pela adoção de medidas progressivas de caráter nacional e internacional, por assegurar o seu reconhecimento e a sua observância universal e efetiva, tanto entre os povos dos próprios Estados-Membros, quanto entre os povos dos territórios sob sua jurisdição&lt;/em&gt;.” E, em 1950, a ONU estabeleceu que anualmente, nesta data, seria celebrado o Dia Internacional dos Direitos Humanos. &lt;br /&gt;&lt;span class="fullpost"&gt;&lt;br /&gt;Paulo César Carbonari, coordenador nacional de Formação do Movimento Nacional de Direitos Humanos (MNDH), salienta que na próxima segunda-feira, 10 de dezembro, deve ser celebrado o 59° aniversário do reconhecimento, por parte dos Estados, de que os Direitos Humanos são parâmetros fundamentais para a constituição do Estado de Direito. “Mas temos pouco a comemorar, pois os direitos humanos ainda não são efetivos para milhões de pessoas no Brasil e no mundo, vítimas da exclusão, da desigualdade, da pobreza e da opressão nas suas mais diversas faces.” &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para ele, a data é propícia à reflexão, pois permite que seja posta em evidência a contradição: “já caminhamos muito, mas ainda há muito a caminhar para realizar efetivamente os direitos humanos na vida de cada pessoa.” Além disso, mesmo com o fato de o Brasil estar na posição do "último entre os primeiros", conforme o Relatório de Desenvolvimento Humano da ONU, os níveis de desigualdade, tanto de renda quanto de gênero, de raça/etnia, de geração, de regionalidade, e tantos outros, ainda são gritantes. “Enquanto houver um único brasileiro ou brasileira sem um de seus direitos garantido e efetivamente realizado estaremos longe de ser uma sociedade justa”, critica. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porém, Carbonari considera que apesar de uma longa lista de transgressões aos direitos humanos que ainda marca o Brasil, há conquistas, sobretudo porque hoje já se fala mais em direitos humanos, em diferentes instâncias. “E as poucas conquistas efetivas de direitos são frutos das lutas populares, da organização do povo.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Documento&lt;br /&gt;Recentemente, o MNDH apresentou ao Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas o documento Direitos Humanos no Brasil: elementos chave para a compreensão da situação. A contribuição pretende subsidiar o organismo da ONU na produção do Informe Periódico Universal, um novo mecanismo de monitoramento da situação dos direitos humanos no mundo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;http://wwww.msmacom.com.br
http://msmacom.blogspot.com&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6817517580954195471-7482584064276556895?l=msmacom.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://msmacom.blogspot.com/2009/12/declaracao-universal-dos-direitos.html</link><author>noreply@blogger.com (MS Maçom)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-6817517580954195471.post-1080898033648939440</guid><pubDate>Thu, 10 Dec 2009 14:24:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-12-10T12:24:07.752-02:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>França</category><title>A Monarquia na França</title><description>&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.brasilescola.com/upload/e/Franca%20-%20BRESCOLA.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="156" ps="true" src="http://www.brasilescola.com/upload/e/Franca%20-%20BRESCOLA.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Carlos VII e Filipe IV: personagens centrais do processo de formação da monarquia na França.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao longo da Idade Média, o território francês sofreu com o processo de desfragmentação política motivado pelo surgimento do feudalismo. Somente no século XII, ainda durante a dinastia capetíngia, o processo de centralização política francês foi iniciado pelo rei Filipe II. Usando dos conflitos contra os ingleses pelo controle do norte da França, este monarca conseguiu formar um grande exército sustentado pelos impostos cobrados ao longo do território nacional. &lt;br /&gt;&lt;span class="fullpost"&gt; &lt;br /&gt;A formação desse imponente exército e a vitória contra os ingleses permitiu a ampliação do poder político real. A partir de então, o rei francês criou um articulado corpo de funcionários públicos que deveriam impor a autoridade real em oposição aos senhores feudais. Paralelamente, a burguesia passou a ceder grandes quantias para que o rei garantisse a liberdade das cidades através de uma carta de franquia, documento concedido pelo próprio monarca que liberava os centros urbanos das taxações feudais. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante o governo do rei Luís IX, o poderio real foi ampliado com a criação de instituições jurídicas subordinadas às leis nacionais e a economia comercial se fortaleceu com a instituição de uma única moeda nacional. Tempos depois, no governo de Filipe IV, o Belo, a autoridade monárquica já era uma realidade presente. No ano de 1302, a assembléia dos Estados Gerais – composta pelo clero, a nobreza e os comerciantes – foi criada com o intuito de reafirmar a ação política do rei. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Através desse órgão, o rei Filipe IV conseguiu impor taxas sobre as propriedades da Igreja. A ação do monarca francês foi imediatamente repreendida pelo papa Bonifácio VIII, que ameaçou o rei de excomunhão. Com a morte do papa, Filipe IV interferiu para que o cardeal francês Clemente V fosse escolhido como papa e, além disso, forçou que a sede do Vaticano fosse transferida para a cidade de Avignon. Nas décadas seguintes, esse episódio marcou uma rixa entre o Estado francês e a Igreja conhecida como o “cativeiro de Avignon” ou “Cisma do Ocidente”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A essa altura, a supremacia da autoridade monárquica francesa parecia não ter mais nenhum tipo de obstáculo. No entanto, as disputas fiscais e territoriais com a Inglaterra inseriram o Estado francês nos prolongados e penosos conflitos que marcaram a Guerra dos Cem Anos. Ao longo do século XIV, os gastos com a guerra e as conturbações sociais provenientes da Peste Negra e das revoltas camponesas abalaram a supremacia monárquica. Somente no século seguinte, uma série de levantes populares conseguiu interromper as seguidas vitórias dos britânicos na guerra. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi nesse contexto que surgiu a mítica figura de Joana D’Arc, uma humilde filha de camponeses que comandou diversas lutas contra a Inglaterra, alegando cumprir ordens divinas. Essas vitórias fortaleceram politicamente Carlos VII, que foi coroado como rei da França e reorganizou a reação militar contra os britânicos. Mesmo sendo queimada em 1430, acusada de heresia, os feitos heróicos de Joana serviram para que os franceses voltassem a se empenhar na luta. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No ano de 1453, o rei Carlos VII concluiu o processo de expulsão dos britânicos do território francês e passou a comandar com amplos poderes. Com o apoio dos grandes burgueses, centralizou o governo nacional, criou novos impostos e financiou a instituição de um exército permanente. A partir de então, a França tornou-se o exemplo máximo do absolutismo real europeu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por Rainer Sousa&lt;br /&gt;Graduado em História&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;http://wwww.msmacom.com.br
http://msmacom.blogspot.com&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6817517580954195471-1080898033648939440?l=msmacom.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://msmacom.blogspot.com/2009/12/monarquia-na-franca.html</link><author>noreply@blogger.com (MS Maçom)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-6817517580954195471.post-7094957101837560635</guid><pubDate>Tue, 08 Dec 2009 11:51:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-12-08T09:51:47.811-02:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Guarani</category><title>indígena Guarani aspectos básicos</title><description>&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.djweb.com.br/historia/textos/img/reko_deb7.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://www.djweb.com.br/historia/textos/img/reko_deb7.jpg" vr="true" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;indígena Guarani pode ser caracterizado por alguns aspectos básicos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a) pela língua Guarani&lt;br /&gt;b) por ser migrante ( migração condicionada - agricultores )&lt;br /&gt;c) trabalhar agricultura&lt;br /&gt;d) por praticar a economia de reprocidade – jopo´i&lt;br /&gt;e) viver em uma sociedade sem estado&lt;br /&gt;f) viver uma religião da palavra inspirada&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Melía, os primeiros Guarani eram oriundos do rio Guaporé no norte do Brasil e paulatinamente desceram o rio Madeira (em 5.000 AC) chegando a bacia do rio Paraná.&lt;br /&gt;&lt;span class="fullpost"&gt;&lt;br /&gt;Em sua relação com as coisas da terra, pode-se afirmar que o Guarani é migrante; uma espécie de colono que jamais abandona suas áreas conquistadas e habitadas. Uma família, ou mesmo um grande grupo pode deslocar-se para outras áreas, mas, jamais o grupo todo, a terra colonizada nunca é abandonada completamente, sempre ficam alguns "tomando conta".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os Guarani se dividem em três grupos que sofreram diferentes formas de contato, distintas adaptações históricas e culturais. Melía compara a trajetória Guaranítica com o leito de um rio que subitamente encontra um obstáculo e é obrigado o dividir suas águas. Este obstáculo é a colonização.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Melía afirma que existiram três trajetórias distintas:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A) O indígena que sofreu o impacto do colonialismo de frente e fez parte desta história, ora como índio "civilizado", ora como escravo nas encomiendas. É o Guarani fisicamente e culturalmente mestiço, o grupo que mais sofreu adaptações. E, este indígena ecomiendado termina por internalizar o desprezo do conquistador e quando possível tenta passar-se por não-índio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;B) Os Guarani reduzidos, povos indígenas convertidos ao cristianismo que viviam juntos aos jesuítas segregados do resto da colônia, como um estado dentro do estado, que com o fim das colônias não retornaram a selva, mas se tornaram músicos, marceneiros, artesões junto aos grandes centros urbanos da colônia, como Buenos Aires e Asunção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;C) Os Caaguá, que se mantiveram ao largo do processo colonizatório o tanto quanto possível, internados nas selvas platinas. Este grupo logrou manter sua cultura original quase que intacta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deste último grupo, os Caaguá, é que descendem os grupos Guarani Mbÿa, Chiripá ou Ñandeva e os Paitvyterã ou Kaiowá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O conceito de terra para o povo indígena Guarani é intimamente relacionado à idéia de terra-sem-males. Esta concepção aponta a terra como um lugar no qual se vive o "bom viver". Nesse sentido, atenção: viver não é sinônimo de produzir. A terra não apenas um espaço de produção econômica, mas, é um lugar no qual se vive o teko. Como nas palavras dos velhos Guarani – sem tekoha (lugar para viver – terra), não há teko (jeito de ser). Ou seja, sem a materialidade da terra, não há possibilidade de construir-se enquanto ser cultural. Sem tekoha não há TEKO.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um dos pontos mais importantes do TEKO é a relação de parentesco, originada no grupo familiar extenso. As relações de compadrio, de vizinhança são extremamente importantes para os Guarani, pois, somente deste modo é possível a economia de reciprocidade. Nesta economia, o indivíduo se sobrepõe não pelo acúmulo e sim pela generosidade, uma lógica antagônica a lógica capitalista, que privilegia o acúmulo de bens privados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesse sentido, o comportamento predador, típico da sociedade colonialista, que aniquila a caça e privatiza os recursos naturais de coleta, é visto como um mal irreparável pelos Guarani, como uma terrível ameaça ao equilíbrio do seu mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em que pese tudo isso, o guarani atual vem mostrando uma imaginação extraordinária para recriar ‘espaços’ ecológicos semelhantes aos tradicionais, que lhes sejam verdadeiros tekoha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desse modo, os guarani tem sabido procurar novas terras, os últimos rincões da ‘terra sem mal’ nessa geografia devastada que se transformou seu antigo território, e encontrando, todavia, algumas terras sem dono, tem a certeza que são suas. A partir desta lógica é possível compreender o recente movimento que os grupos Guarani vem fazendo em especial no estado de São Paulo em ocupar as últimas áreas da Mata Atlântica, como que afrontando a arrogância do estado capitalista que, após desmatar praticamente toda vegetação nativa, se dá o direito de reservar áreas de preservação vedadas aos povos indígenas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tendo isso presente, quais são as situações atuais que dificultam a existência do TEKO Guarani?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- presença das seitas (dividem as famílias, desagregando o núcleo familiar e, consequentemente complicando a relação de parentesco );&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- proximidade dos grandes centros urbanos;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- partidos políticos de direita e entidades assistenciais que com presentes dividem as famílias;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- ingerência do Estado nas sociedades indígenas ( educação, saúde e nomeando lideranças );&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- a necessidade de "bicos" e trabalhos fora da aldeia que terminam por afetar a economia tradicional de reciprocidade assim como a circulação de dinheiro e venda mercadorias por não-índios nas comunidades (vendedores ambulantes e proximidade com "bares" e mercados);&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- a valorização de costumes não-índios, como alimentação e alcoolismo, ocasionando sérios problemas junto ao reko ete ("jeito de ser verdadeiro").&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A escola é um instrumento que introduz outras formas de ser e de pensar junto a comunidade Guarani, daí a necessidade de, em qualquer experiência escolar junto a aldeias indígenas, ter o cuidado que ouvir a comunidade e partir da lógica do grupo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;População Guarani na América Latina:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Argentina: 30 mil&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paraguai: 80 mil&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Brasil: 30 mil&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Leitura indicada e consultada:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NIMUENDAJU, Curt. As lendas de criação e destruição do mundo como fundamentos da religião dos Apapokuva-Guarani. São Paulo: Hucitec – Edusp, 1987.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MELIA, Bartomeu. Educação indígena e alfabetização. São Paulo: Edições Loyola, 1979.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;El guaraní: experiência religiosa. Assuncíon: CEPAG, 1991.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Oralidad y Escritura en Sociedades Indígena." In: Seminário internacional: el aprendizage de lenguas en poblaciones indígenas: el caso de los idiomas indígenas. Iquique. Chile. 4 -8 de novembro de 1996.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Elogio de la lengua guarani. Asuncíon: Centro de Estudios Paraguayos "Antonio Guasch", 1995.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;El guarani conquistado y reducido. Asuncíon: Centro de Estudos Antropológicos, 1993.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-MELIA, Bartomeu e GRUNBERG, George e GRUNBERG, Friedl. Los Pai-Tavyterã - etnografia guarani del Paraguay contemporáneo. Asunción: Centro de Estudios Antropológicos, 1976.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;http://wwww.msmacom.com.br
http://msmacom.blogspot.com&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6817517580954195471-7094957101837560635?l=msmacom.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://msmacom.blogspot.com/2009/12/indigena-guarani-aspectos-basicos.html</link><author>noreply@blogger.com (MS Maçom)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-6817517580954195471.post-6836278647989109517</guid><pubDate>Mon, 07 Dec 2009 08:40:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-12-07T06:40:30.800-02:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>GLUI</category><title>Símbolo físico do ganso</title><description>&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.phoenixmasonry.org/enigma_of_freemasonry/images/Image18.gif" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://www.phoenixmasonry.org/enigma_of_freemasonry/images/Image18.gif" yr="true" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;A ale-casa acabou por ser demolida, mas o símbolo físico do ganso foi mantida nos arquivos maçônicos. Apesar de uma variedade de desenhos que mostrava a sua imagem com uma precisão razoável, os arquivistas ficaram surpresos ao descobrir que o ganso era realmente de pé em uma coroa. O símbolo original foi recentemente restaurado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No interesse da justiça, a história dos três restantes Lodges é também justificada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="fullpost"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;The Lodge segundo&lt;/strong&gt; que inicialmente se reuniram na Ale Crown-casa é acreditado para ter originado em 1712. Ele mais tarde mudou-se para Head Queen's Tavern, Catraca, Holborn, no ano 1723. Em seguida, mudou-se para o Lettice Verde, Rosa e Rummer, e depois para a Rose e Buffloe. Em 1730, a Loja reuniram-se no Bull and Gate, Holborn. The Lodge passado apareceu na lista gravada de 1736, atingiu a partir da implantação em 1740. O pedido para a sua restauração foi posteriormente apresentado e negado em razão de que nenhum dos peticionários nunca tinham sido membros originais da Loja durante o prazo de sua existência original. Assim, a uma morte trágica do Antigo quatro lojas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The Lodge terceiro que inicialmente se reuniram na Apple Tree Tavern on Charles Street, Covent Garden, em 1717 mudou-se para o Queen's Head, Knaves Acre em aproximadamente 1723. Segundo o Dr. Anderson Constituições de 1738, após a mudança para o Queen's Head, houve algum tipo de desacordo entre os membros, resultando em uma nova Constituição para o Lodge. Dado que nenhum dos "original" de quatro anos Lodges 'era esperado para reter warrants, as informações do Dr. Anderson implica que deve ter havido uma ruptura na continuidade deste Lodge, necessitando de uma nova autorização. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No entanto, a história conhecida não significa que houve uma interrupção significativa como havia ocorrido com a Loja Coroa. Infelizmente, a história maçônica não tem sido gentil para o Lodge. Em algum momento antes de 1755, a Loja se mudou para o Peixe e Bell, em Charles Street, em Soho Square, lá permaneceu até 1768. Em 1768, mudou-se para a Loja do Roebuck, na Oxford Street, com o nome de "Lodge of Fortitude", permanecendo lá até 1793. Em 1818, fundiu-se com a Old Cumberland Lodge (constituída em 1753). Ela já foi conhecida como a "Fortitude and Old Cumberland Lodge No. 12." A muda de nome e estado causou tanta confusão que a identidade da loja estava perdido há quase um século. A raiz da confusão começou com a aceitação do mandado de novo em cerca de 1723. O mandado de novo levou à conclusão de que ele foi originalmente organizado naquele ano. No essencial este Lodge parece ser o velho Apple Tree Lodge. No entanto, aparentemente foi tecnicamente governou a ser uma nova constituição, tendo tido um mandado forçado em cima dele. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa é uma tragédia da história maçônica, como a reunião preliminar para a organização do Grand Lodge foi realizada na Apple Tree Tavern, em 1716, com o primeiro Grão-Mestre, Anthony Sayer, um membro da Loja. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The Lodge quarto, que se reuniu no Rummer and Grapes em 1717 teve George Payne, o segundo eo quarto Grão-Mestre, Dr. Desaguliers, o terceiro Grand Master, e vários outros que se tornou Grão-Mestres, juntamente com o Dr. James Anderson, como membros. The Lodge mudou-se para o Horn Tavern, em 1723, tomando o nome de "Horn Lodge". Em 1764 uma nova Loja foi formada no Corno de África, com o efeito do declínio da Loja de idade. Em 1774, consolidou com Somerset House Lodge. Em 1818, mais uma vez consolidada, a mais nova loja, "Royal Inverness Lodge". The Lodge velho agora trabalha como "Royal Somerset House e Inverness Lodge No. 4". &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;http://wwww.msmacom.com.br
http://msmacom.blogspot.com&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6817517580954195471-6836278647989109517?l=msmacom.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://msmacom.blogspot.com/2009/12/simbolo-fisico-do-ganso.html</link><author>noreply@blogger.com (MS Maçom)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-6817517580954195471.post-3879085240645145988</guid><pubDate>Sun, 06 Dec 2009 11:49:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-12-06T09:49:00.406-02:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Mozart</category><title>O maçon Mozart</title><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://www.wa-mozart.net/images/fm/mozart_maitre.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" er="true" height="320" src="http://www.wa-mozart.net/images/fm/mozart_maitre.jpg" width="210" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Wolfgang Amadeus Mozart é talvez o maçon mais famoso. Para se ter uma ideia, se se fizer uma busca no Google utilizando a palavra chave Mozart, encontra-se nada mais nada menos do que 42 milhões de páginas referenciadas; pesquisando nestes resultados com a palavra chave maçon, obtém-se, para o conjunto Mozart maçon o número de 213.000 páginas referenciadas; se, em vez de maçon, efectuarmos, nos resultados obtidos com a pesquisa Mozart, outra pesquisa, agora com a palavra chave mason, em inglês, para este conjunto Mozart mason o número de páginas referenciadas sobe para 1.030.000!&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em resumo, não é segredo para ninguém que Mozart foi maçon e mesmo os mais distraídos podem facilmente tropeçar com essa informação na Rede. É assim evidente que uma galeria de Maçons célebres não pode deixar de conter um texto sobre o mais célebre dos célebres maçons! Eis então um breve retrato do maçon W. A. Mozart.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="fullpost"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mozart tinha onze anos quando, atingido pela varíola, foi tratado por um médico vienense de apelido Wolff, que era um conhecido maçon. Em agradecimento pela sua cura, Mozart compôs uma melodia que ofereceu ao Dr. Wolff, que intitulou An die Freude (À alegria). O texto musicado era claramente de inspiração maçónica e o jovem Mozart não poderia ter composto a melodia sem conhecer o seu sentido. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um ano mais tarde, Mozart travou conhecimento com o célebre Dr. Messmer, também maçon.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aos dezasseis anos de idade, Mozart compôs O heiliges Band (Ó Sagrada Escritura), sobre um texto de Lens existente num conjunto de textos maçónicos, reservado apenas aos maçons e a que, naturalmente, era suposto nenhum profano ter acesso...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um ano mais tarde, um maçon importante, von Gebler, encomendou a Mozart dois coros e cinco entreactos para acompanhar um drama heróico, Thamos, rei do Egipto (prefigurando o que mais tarde virá a ser uma ópera intitulada A Flauta Mágica).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ou seja, entre os 11 e os 17 anos o contacto de Mozart com maçons e a sua forma de pensar e ver o Mundo foi frequente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 1783, tinha então Mozart 27 anos de idade, o famoso Gemmingen, que conhecia o compositor, instala a sua própria Loja Maçónica em Viena e convida Mozart para se juntar a ela e aí exercer o ofício de Mestre da Harmonia. Mozart reflecte. Em Novembro do ano seguinte, apresenta a sua candidatura à Loja Zur Wohlthätigkeit (Beneficência). Foi aí iniciado em 14 de Dezembro de 1784.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A 7 de Janeiro de 1785 (apenas 24 dias depois da sua iniciação!), Mozart é, na Loja Zur wahren Eintracht (Verdadeira Concórdia), passado ao grau de Companheiro. A 10 de Janeiro, termina o Quarteto de Cordas em Lá Maior (K 464), no qual o movimento Andante se refere ao ritual de Iniciação Maçónica. A 13 de Janeiro (6 dias depois da passagem a Companheiro, 30 dias depois da sua Iniciação!), Mozart é elevado ao grau de Mestre. Quatro dias mais tarde, compõe um Quarteto de cordas em Dó Maior (K 465), que se refere ao grau de Companheiro. Em Março de 1785, termina o Concerto em Dó Maior (K 467), cujo Andante faz claramente alusão ao terceiro grau, o de Mestre. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A 6 de Abril de 1785, participa na cerimónia de Iniciação do seu próprio pai, Leopold Mozart. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mozart participa em inúmeras reuniões de Loja e compõe numerosas obras destinadas a serem tocadas em sessão. Visita as Lojas Zu den drei Adlern (Três Águias) e Zur gekrönten Hoffnung (Esperança Coroada).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entretanto, a doença que lhe virá a ser fatal (o síndroma de Schönlein-Henoch) progride. Mozart compõe as suas três grandes obras com simbologia maçónica: A Clemência de Tito, a Flauta Mágica e o Requiem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A morte de Mozart origina uma reunião de exéquias fúnebres de seus Irmãos. Uma oração fúnebre proferida na ocasião foi impressa. Hoje, dela resta apenas um exemplar. Eis a sua tradução:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Grande Arquitecto do Universo acaba de retirar à nossa Cadeia Fraternal um dos elos que nos era mais caro e mais valioso. Quem não o conhecia? Quem não amou o nosso tão notável Irmão Mozart? Há poucas semanas ainda, ele encontrava-se entre nós, glorificando com a sua encantadora música a inauguração deste Templo. Quem de nós imaginaria que seria tão rapidamente arrancado do nosso seio? Quem poderia saber que três semanas depois choraríamos a sua morte? É o triste destino imposto ao homem, de deixar a vida deixando a sua obra inacabada, e tão excelente ela é. Mesmo os réis morrem deixando à posteridade as suas intenções inacabadas. Os artistas morrem depois de terem devotado as suas vidas a melhorar a sua arte para atingirem a perfeição. A admiração de todos acompanha-os ao túmulo.No entanto, se os povos choram, os seus admiradores não tardam, muito frequentemente, a esquecer-se deles. Os seus admiradores talvez, mas não nós, seus Irmãos! A morte de Mozart é para a arte uma perda irreparável. Os seus dons, reconhecidos desde a infância, tinham feito dele uma das maravilhas deste tempo. A Europa soube-o e admirou-o. Os príncipes gostaram dele e nós, nós poderíamos chamá-lo: “meu irmão”. Mas se é óbvio honrar o seu génio, não nos devemos esquecer de comemorar a nobreza do seu coração. Foi um membro assíduo da nossa Ordem. O seu amor fraternal, a sua natureza inteira e devotada, a sua caridade, a alegria que mostrava quando beneficiava um de seus irmãos com a sua bondade e o seu talento, tais eram as suas imensas qualidades, que nós louvamos neste dia de luto. Era simultaneamente um marido, um pai, o amigo de seus amigos e o irmão de seus irmãos. Se tivesse tido fortuna, faria todos tão felizes como ele desejaria. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.wa-mozart.net/premiers_contacts.htm"&gt;http://www.wa-mozart.net/premiers_contacts.htm&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Rui Bandeira&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;http://wwww.msmacom.com.br
http://msmacom.blogspot.com&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6817517580954195471-3879085240645145988?l=msmacom.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://msmacom.blogspot.com/2009/12/o-macon-mozart.html</link><author>noreply@blogger.com (MS Maçom)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-6817517580954195471.post-4001368594187508316</guid><pubDate>Sat, 05 Dec 2009 16:19:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-12-05T14:19:25.636-02:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Evolução</category><title>A transformação na Maçonaria</title><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.gomasons.org/images/regalia.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://www.gomasons.org/images/regalia.jpg" yr="true" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;As corporações, evidentemente, começaram por admitir pessoas em pequeno número e seleccionadas entre os homens conhecidos pelos seus dotes culturais, pelo seu talento e pela sua condição aristocrática, que poderiam dar projecção a elas, submetendo-se, todavia, aos seus regulamentos. Era a tentativa de suster o declínio.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O primeiro caso conhecido de aceitação é o de John Boswell, lord de Aushinleck - ou, segundo J.G. Findel, sir Thomas Rosswell, esquire de Aushinleck - que, a 8 de Junho de 1600 foi recebido como Maçom aceito - não profissional - na Saint Mary's Chapell Lodge (Loja da Capela de Santa Maria), em Edimburgo, na Escócia. Esta Loja fora criada em 1228, para a construção da Capela de Santa Maria, destinando-se, como já foi visto, às assembleias dos obreiros e discussões sobre o andamento das obras.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="fullpost"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Depois disso, o processo de aceitação, iniciado na Escócia, iria se espalhar e se acelerar, fazendo com que, ao final do século, o número de aceitos já ultrapassasse, largamente, o de franco-mações operativos. Os mais famosos nomes de "aceitos", na primeira metade do século XVII, foram: William Wilson, aceito em 1622; Robert Murray, tenente-general do exército escocês, recebido, em 1641, na Loja da Capela de Santa Maria e tornando-se, posteriormente, Mestre Geral de todas as Lojas do Exército; o coronel Henry Mainwairing, recebido, em 1646, numa Loja de Warrington, no Lancashire; e o antiquário e alquimista Elias Ashmole, recebido na mesma Loja e no mesmo dia (16 de Outubro) que o coronel Henry.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 1666, os franco-mações iriam recuperar parte do antigo prestígio, diante do grande incêndio, que, a 2 de Setembro daquele ano, aconteceu em Londres, destruindo cerca de quarenta mil casas e oitenta e seis igrejas. Nessa ocasião, os Maçons acorreram para participar do esforço de reconstrução, sob a direcção do renomado mestre arquitecto Cristopher Wren, que, em 1688, viu aprovado o seu plano para reconstrução da cidade, sendo nomeado arquitecto do rei e da cidade de Londres. A obra principal de Wren foi a reconstrução da igreja de S. Paulo, em cujo adro se desenvolveria e se estabeleceria, em 1691, uma Loja de fundamental importância para a História da Maçonaria moderna: a Loja São Paulo (em alusão à igreja), ou Loja da taberna "O Ganso e a Grelha", em alusão ao local em que, como faziam outras Lojas, realizava suas reuniões de carácter informal e administrativo, como se verá adiante. A reconstrução de Londres só iria terminar em 1710&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;http://wwww.msmacom.com.br
http://msmacom.blogspot.com&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6817517580954195471-4001368594187508316?l=msmacom.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://msmacom.blogspot.com/2009/12/transformacao-na-maconaria.html</link><author>noreply@blogger.com (MS Maçom)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-6817517580954195471.post-4019891028886296883</guid><pubDate>Fri, 04 Dec 2009 11:41:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-12-04T09:42:08.616-02:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Oficios</category><title>Ofícios Francos</title><description>&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.rlmad.net/images/stories/artigos/freemason_passport1785.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://www.rlmad.net/images/stories/artigos/freemason_passport1785.jpg" width="236" yr="true" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No século XII, também, iria florescer a associação considerada a mais importante desse período operativo: os &lt;strong&gt;Ofícios Francos (ou Franco-Maçonaria&lt;/strong&gt;), formados por artesãos privilegiados, com liberdade de locomoção e isentos das obrigações e impostos reais, feudais e eclesiásticos. Tratava-se, portanto, de uma organização de construtores categorizados, diferentes dos operários servos, que ficavam presos a uma mesma região, a um mesmo feudo, à disposição de seus amos. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="fullpost"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Na Idade Média, a palavra franco designava não só o que era livre, em oposição ao que era servil, mas, também, todos os indivíduos e todos os bens que escapavam às servidões e aos direitos senhoriais; esses artesãos privilegiados eram, então, os pedreiros-livres, franc-maçons, para os franceses, ou free-masons, para os ingleses. Tais obreiros, evidentemente, tinham esses privilégios concedidos pela Igreja, que era o maior poder político da época, com grande ascendência sobre os governantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A palavra francesa "maçon", correspondente a pedreiro, converteu-se em "maison" (casa) e, também, embora só relativamente, em "masse" (maça, clava). Essa maça, ou clava, habilitava o porteiro a afastar os indesejáveis intrusos e curiosos. O pesquisador alemão Lessing, um dos clássicos da literatura alemã, atribui a palavra inglesa "masonry" (maçonaria) a uma transmissão incorrecta. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Originalmente, a ideia teria sido dada pelo velho termo inglês "mase" (missa, reunião à mesa). Uma tal sociedade de mesa, ou reunião de comensais, de acordo com a alegoria da Távora Redonda, do rei Artur, poderia, segundo Lessing, ainda ser encontrada em Londres, no século XVII. Ela se reunia nas proximidades da famosa catedral de São Paulo e, quando sir Christopher Wren, o construtor da catedral, tornou-se membro desse círculo, julgou-se que se tratava de uma cabana dos construtores, que estabelecia uma ligação de mestres construtores e obreiros; daí, então, ou seja, dessa suposição errada, é que teria se originado o termo "masonry", para designar a sociedade dos construtores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma explicação para o termo inglês "freemason" (pedreiro livre) está ligada ao termo "freestone", que é a pedra de cantaria, ou seja, a pedra própria para ser esquadrejada, para que nela sejam feitos cantos, que a transformem numa pedra cúbica, a ser usada nas construções. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;As expressões "freestone mason" e "freestone masonry", daí surgidas, acabaram sendo simplificadas para "freemason" (o obreiro) e "freemasonry" (a actividade). Esta é uma hipótese mais plausível do que a de Lessing, que só considerou o caso particular da Inglaterra, quando se sabe que não foi só aí que existiu uma íntima ligação com o trabalho dos artífices da construção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nessa fase primitiva, porém, antes de, propriamente, se ter iniciado a formação de Lojas, quase que não se pode falar em Maçonaria no sentido que ela adquiriu na fase moderna, pois, sobretudo, naquele tempo não podia ser considerada como uma sociedade secreta. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O segredo não era, a princípio, mais do que o processo pelo qual um dos membros da irmandade reconhecia o outro. Diga-se a bem da verdade, que, na época actual, a Maçonaria já não pode mais ser considerada secreta, mas apenas discreta. Os segredos mais guardados e que persistem são, obviamente, apenas os meios de reconhecimento, reservados só aos iniciados, já que, de posse deles, um não iniciado poderia ter acesso aos templos maçónicos e às sessões das Lojas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;fonte :www.rlmad.net/&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;http://wwww.msmacom.com.br
http://msmacom.blogspot.com&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6817517580954195471-4019891028886296883?l=msmacom.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://msmacom.blogspot.com/2009/12/oficios-francos.html</link><author>noreply@blogger.com (MS Maçom)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-6817517580954195471.post-6223123449752172263</guid><pubDate>Wed, 02 Dec 2009 11:41:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-12-02T09:41:02.614-02:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Século XVI</category><title>Decadência das corporações de ofício</title><description>&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://homepages.di.fc.ul.pt/~jpn/blog/ship_fools.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://homepages.di.fc.ul.pt/~jpn/blog/ship_fools.jpg" yr="true" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Já na primeira metade do século XVI, as corporações, diante das perseguições que sofriam - principalmente por parte do clero - e diante da evolução social europeia, começavam a entrar em declínio.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;Em 1535, realizava-se, em Colónia, uma convenção, que fora convocada para refutar as calúnias dirigidas pelo clero contra os franco-mações. Embora ela não tenha tido o brilho e a frequência de outras convenções, consta, embora tal afirmativa seja contestada, por carecer de comprovação, que, na ocasião, teria sido redigido um manifesto, onde era estabelecido o princípio de altos graus, que seriam introduzidos por razões políticas.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="fullpost"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Em 1539, o rei da França, Francisco I, revogava os privilégios concedidos aos franco-mações, abolindo as guildas e demais fraternidades e regulamentando as corporações de artesãos. Em contrapartida, em 1548, era concedido, aos operários construtores, de maneira geral, o livre exercício de sua profissão, em toda a Inglaterra; um ano depois, todavia, por exigência de Londres, era cassada a autorização concedida, o que fazia com que os franco-mações ficassem na condição de operários ordinários, como tais sendo tratados legalmente. Em 1558, ao assumir o trono da Inglaterra, a rainha Isabel renovava uma ordenação de 1425, que proibia qualquer assembleia ilegal, sob pena dela ser considerada uma rebelião. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Três anos depois, em Dezembro de 1561, tendo, os franco-mações ingleses, anunciado a realização de uma convenção em York, durante a festividade de São João Evangelista, Isabel ordenou a dissolução da assembleia, decretando a prisão de todos os presentes a ela; a ordem só não foi confirmada, porque lorde Thomas Sackville, adepto da arte da construção, estando presente, demoveu a rainha de seu intento, fazendo com que, em 1562, ela revogasse a ordenação de 1425.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 1563, a Convenção de Basileia, feita por iniciativa da confraria de Estrasburgo, organizava um código para os franco-mações alemães, o qual serviria de regra à corporação dos canteiros, até que surgissem os primeiros sindicatos de operários, no século XIX. Mas era patente o declínio das confrarias, no século XVI. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A Renascença relegara o estilo gótico e a estrutura ogival das abóbadas - próprias da arte dos franco-mações medievais - ao abandono, revivendo as características da arte greco-romana. Assim, embora ela tivesse atingido a todos os campos do conhecimento e a todas as corporações profissionais, foi a dos franco-mações a mais afectada. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No final do século, Ínigo Jones introduzia, na Inglaterra, o estilo renascentista, sepultando o estilo gótico e apressando a decadência das corporações de franco-mações ingleses. Estas, perdendo o seu objectivo inicial e transformando-se em sociedade de auxílio mútuo, resolveram, então, permitir a entrada de homens não ligados à arte de construir, não profissionais, que eram, então, chamados de Maçons aceitos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;http://wwww.msmacom.com.br
http://msmacom.blogspot.com&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6817517580954195471-6223123449752172263?l=msmacom.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://msmacom.blogspot.com/2009/12/decadencia-das-corporacoes-de-oficio.html</link><author>noreply@blogger.com (MS Maçom)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-6817517580954195471.post-6406745175965732463</guid><pubDate>Tue, 01 Dec 2009 09:26:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-12-01T07:26:34.036-02:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Arte</category><title>O ROMANTISMO</title><description>&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.historianet.com.br/imagens/maja.gif" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="161" src="http://www.historianet.com.br/imagens/maja.gif" width="320" yr="true" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;O romantismo foi um movimento artístico ocorrido na Europa por volta de 1800, que representa as mudanças no plano individual, destacando a personalidade, sensibilidade, emoção e os valores interiores.&lt;br /&gt;Atingiu primeiro a literatura e a filosofia, para depois se expressar através das artes plásticas. A literatura romântica , abarcando a épica e a lírica, do teatro ao romance, foi um movimento de vaguarda e que teve grande repercussão na formação da sociedade da época, ao contrário das artes plásticas, que desempenharam um papel menos vanguardista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="fullpost"&gt;&lt;br /&gt;A arte romântica se opôs ao racionalismo da época da Revoluçao Francesa e de seus ideais, propondo a elevação dos sentimentos acima do pensamento. Curiosamente, não se pode falar de uma estética tipicamente romântica, visto que nenhum dos artistas se afastou completamente do academicismo, mas sim de uma homogeneidade conceitual pela temática das obras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; A podução artística romântica reforçou o individualismo na medidade em que baseou-se em valores emocionais subjetivos emuitas vezes imaginários, tomando como modelo os dramas amorosos e as lendas heróicas medievais, a partir dos quais revalorizou os conceitos de pátria e república. Papel especial desempenharam a morte heróica na guerra e o suicídio por amor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;PINTURA&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pintura foi o ramo das artes plásticas mais significativo, foi ela o veículo que consolidaria definitivamente o ideal de uma época, utilizando-se de temas dramitico-sentimentais inspirados pela literatura e pela História. Procura-se no conteúdo, mais do que os valores de arte, os efeitos emotivos, destacando principalmente a pintura histórica e em menos grau a pintura sagrada.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="fullpost"&gt;Novamente a revolução Francesa e seus desdobramentos servem de inspiração; agora para uma arte dramática como pode ser percebida em Delacroix e Goya. Podemos dizer que este último, manifestou uma tendência mais politizada do romântismo, exceção para a época e que tornou-se valorizada no século XX.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As cores se libertaram e fortaleceram, dando a impressão, às vezes, de serem mais importantes que o próprio conteúdo da obra. A paisagem passou a desempenhar o papel principal, não mais como cenário da composição, mas em estreita relação com os personagens das obras e como seu meio de expressão.&lt;br /&gt;O romantismo foi marcado pelo amor a natureza livre e autêntica, pela aquisição de uma sensibilidade poética pela paisagem, valorizada pela profusão de cores, refletindo assim o estado de espírito do autor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na França e na Espanha, o romantismo produziu uma pintura de grande força narrativa e de um ousado cromatismo, ao mesmo tempo dramático e tenebroso. É o caso dos quadros das matanças de Delacroix, ou do Colosso de Goya, que antecipou, de certa forma, a pincelada truncada do impressionismo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ARQUITETURA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A arquitetura do romantismo foi marcada por elementos contraditórios, fazendo dessa forma de expressão algo menos expressivo. O final do século XVIII e inicio do XIX forma marcados por um conjunto de transformações, envolvendo a industrilaização, valorizando e rearranjando a vida urbana. A arquitetura da época reflete essas mudanças; novos materiais foram utilizados como o ferro e depois o aço.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao mesmo tempo, as igrejas e os castelos fora dos limites urbanos, conservaram algumas característica de outros períodos, como o gótico e o clássico. Esse reaparecimento de estilos mais antigos teve relação com a recuperação da identidade nacional.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="fullpost"&gt;&lt;br /&gt;A urbanização na Europa determinou a construção de edifícios públicos e de edifícios de aluguel para a média e alta burguesia, sem exigências estéticas, preocupadas apenas com com o maior rendimento da exploração, e portanto esqueceu-se do fim último da arquitetura, abandonando as classes menos favorecidas em bairros cujas condições eram calamitosas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre os arquitetos mais reconhecidos desse período historicista ou eclético, deve-se mencionar Garnier, responsável pelo teatro da Ópera de Paris; Barry e Puguin, que reconstruíram o Parlamento de Londres; e Waesemann, na Alemanha, responsável pelo distrito neogótico de Berlim. Na Espanha deu-se um renascimento curioso da arte mudéjar na construção de conventos e igrejas, e na Inglaterra surgiu o chamado neogótico hindu. Este último, em alguns casos, revelou mais mau gosto do que arte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;ESCULTURA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;A escultura romântica não brilhou exatamente pela sua originalidade, nem tampouco pela maestria de seus artistas. Talvez se possa pensar nesse período como um momento de calma necessário antes da batalha que depois viriam a travar o impressionismo e as vanguardas modernas. Do ponto de vista funcional, a escultura romântica não se afastou dos monumentos funerários, da estátua eqüestre e da decoração arquitetônica, num estilo indefinido a meio caminho entre o classicismo e o barroco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A grande novidade temática da escultura romântica foi a representação de animais de terras exóticas em cenas de caça ou de luta encarniçada, no melhor estilo das cenas de Rubens. Não se abandonaram os motivos heróicos e as homenagens solenes na forma de estátuas superdimensionadas de reis e militares. Em compensação, tornou-se mais rara a temática religiosa. Os mais destacados escultores desse período foram Rude e Barye, na França, Bartolini, na Itália, e Kiss, na Alemanha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;fontes:&lt;br /&gt;Enciclopédia Multimídia da Arte Universal&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;http://wwww.msmacom.com.br
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No entanto, a Igreja ainda conservava grande poder e influência, determinando a produção cultural e artística desse período, cuja representação típica são as basílicas.&lt;br /&gt;&lt;span class="fullpost"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Castelo Medieval&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;O termo "Românico" é uma referência às influências da cultura do Império Romano, que havia dominado durante séculos quase toda a Europa Ocidental, porém, essa unidade já há muito havia sido rompida, desde a invasão dos povos bárbaros. Apesar de línguas e tradições diferenciadas nas várias regiões européias, e da fragmentação do poder entre os senhores feudais, o elemento religioso manteve a idéia de unidade na Europa e a arte Românica reforça essa unidade.Há que se considerar que neste período havia uma forte ingerência do poder político sobre a estrutura religiosa, determinada a partir do Sacro Império Romano Germânico, sendo que ao mesmo tempo iniciou-se um movimento de reação à investidura leiga, partindo principalmente dos mosteiros, que tenderam a se fortalecer. Esse foi ainda um período de início do desenvolvimento comercial e de peregrinações, favorecendo a difusão dos novos modelos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;ARQUITETURA&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante a Idade Média os mosteiros tornaram-se os centros culturais da Europa, onde a ciência, a arte e a literatura estavam centralizados.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Os monges beneditinos foram os primeiros a propor em suas construções as formas originais do românico. Surge assim uma arquitetura abobadada, de paredes sólidas e delicadas colunas terminadas em capitéis cúbicos. Os mosteiros eram na verdade unidades independentes e dessa forma estruturaram-se segundo necessidades particulares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Claustro: parte interior do mosteiro&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi nas igrejas que o estilo românico se desenvolveu em toda a sua plenitude. Eram os próprios religiosos que comandavam as construções, a partir do conhecimento monástico. Suas formas básicas são facilmente identificáveis: a fachada é formada por um corpo cúbico central, com duas torres de vários pavimentos nas laterais, finalizadas por tetos em coifa. Um ou dois transeptos, ladeados por suas fachadas correspondentes, cruzam a nave principal. Frisos de arcada de meio ponto estendem-se sobre a parede, dividindo as plantas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Catedral Românica&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Torre de Pisa&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O motivo da arcada também se repete como elemento decorativo de janelas, portais e tímpanos. As colunas são finas e culminam em capitéis cúbicos lavrados com figuras de vegetais e animais. Nesse estilo destacam-se a abadia de Mont Saint-Michel, na França, e a catedral de Speyer, na Alemanha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;ESCULTURA&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;A escultura românica esta diretamente associada à arquitetura, as estátuas-colunas, e que desenvolve-se nos relevos de pórticos e arcadas. A escultura desenvolveu-se com um caráter ornamental, onde o espaço em branco dos frisos, capitéis e pórticos é coberto por uma profusão de figuras apresentadas de frente e com as costas grudadas na parede. As imagens encontradas são as mais diversas, desde representações do demônio, até personagens do Velho Testamento&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O corpo desaparece sob as inúmeras camadas de dobras angulosas e afiladas das vestes. As figuras humanas se alternam com as de animais fantásticos, e mesmo com elementos vegetais. No entanto, a temática das cenas representadas é religiosa. Isso se deve ao fato de que os relevos, além de decorar a fachada, tinham uma função didática, já que eram organizados em faixas, lidas da direita para a esquerda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Devemos mencionar também o desenvolvimento da ourivesaria durante esse período. A exemplo da escultura e da pintura, essa arte teve um caráter religioso, tendo por isso se voltado para a fabricação de objetos como relicários, cruzes, estatuetas, Bíblias e para a decoração de altares.&lt;br /&gt;O desenvolvimento da ourivesaria esta associado diretamente às relíquias, uma vez que as Igrejas ou mosteiros que possuíam as relíquias com o poder de realizarem milagres eram objeto de maior peregrinação, atraindo não só fiéis, mas ofertas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;PINTURA&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pintura Românica teve pequena expressão. Em alguns casos, as cúpulas das igrejas possuíam pinturas murais de desenho cujos temas mais freqüentes abordavam cenas retiradas do Antigo e do Novo Testamento e da vida de santos e mártires, repletas de sugestões de exemplos edificantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Imperador Carlos Magno&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Destaca-se o desenvolvimento das Iluminuras, arte que alia a ilustração e a ornamentação, muito utilizada em antigos manuscritos, ocupando normalmente as margens, como barras laterais, na forma de molduras&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;http://wwww.msmacom.com.br
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A necessidade de construir Igrejas espaçosas e monumentais, determinou a utilização de cúpulas sustentadas por colunas, onde haviam os capitéis, trabalhados e decorados com revestimento de ouro, destacando-se a influência grega.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Igreja de Santa Sofia é o mais grandioso exemplo dessa arquitetura, onde trabalharam mais de dez mil homens durante quase seis anos. Por fora o templo era muito simples, porém internamente apresentava grande suntuosidade, utilizando-se de mosaicos com formas geométricas, de cenas do Evangelho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Igreja de Santa Sofia&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na cidade italiana de Ravena, conquistada pelos bizantinos, desenvolveu-se um estilo sincrético, fundindo elementos latinos e orientais, onde se destacam as Igrejas de Santo Apolinário e São Vital, destacando-se esta última onde existe uma cúpula central sustentadas por colunas e os mosaicos como elementos decorativos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;São Vital&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pintura e Escultura&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pintura bizantina não teve grande desenvolvimento, pois assim como a escultura sofreram forte obstáculo devido ao movimento iconoclasta . Encontramos três elementos distintos: os ícones, pinturas em painéis portáteis, com a imagem da Virgem Maria, de cristo ou de santos; as miniaturas, pinturas usadas nas ilustrações dos livros, portanto vinculadas com a temática da obra; e os afrescos, técnica de pintura mural onde a tinta era aplicada no revestimento das paredes, ainda úmidos, garantindo sua fixação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Destaca-se na escultura o trabalho com o marfim, principalmente os dípticos, obra em baixo relevo, formada por dois pequenos painéis que se fecham, ou trípticos, obras semelhantes às anteriores, porém com uma parte central e duas partes laterais que se fecham.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;"Teodora"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mosaicos&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O Mosaico foi uma forma de expressão artística importante no Império Bizantino, principalmente durante seu apogeu, no reinado de justiniano, consistindo na formação de uma figura com pequenos pedaços de pedras colocadas sobre o cimento fresco de uma parede. A arte do mosaico serviu para retratar o Imperador ou a imperatriz, destacando-se ainda a figura dos profetas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;http://wwww.msmacom.com.br
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Pouco depois, em 1275, ocorria a Convenção de Estrasburgo, convocada pelo mestre dos canteiros e da catedral de Estrasburgo, Erwin de Steinbach, para terminar as obras do templo. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A construção da catedral, iniciada em 1015, estava praticamente terminada, quando foi resolvido ampliar o projecto original e, para isso, foi chamado Erwin A essa convenção acorreram os mais famosos arquitectos da Inglaterra, da Alemanha e da Itália, que criaram uma Loja, para as assembleias e discussão sobre o andamento dos trabalhos, elegendo Erwin como Mestre de Cátedra (Meister von sthul).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esclareça-se que, na época, os obreiros criavam uma Loja, fundamentalmente, para tratar de determinada construção, como é o caso dessa catedral. Tais Lojas serviam para tratar dos assuntos ligados apenas à construção prevista, já que, para outras reuniões, inclusive com obreiros de outras corporações, eram utilizados os recintos de tabernas e hospedarias, principalmente em solo inglês. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A palavra Loja, por sinal, foi mencionada pela primeira vez em 1292, em documento de uma guilda . Loja, do germânico leubja (pronúncia: lóibja), através do francês lodge, designava o lar, a casa, o abrigo, o pátio, o alpendre e, também, a entrada de edifício, ou galeria usada para exposições artísticas e venda de produtos artesanais. As guildas de mercadores assim designavam seus locais de depósito e venda de produtos manufacturados, enquanto que as guildas artesanais adoptaram o termo para designar o seu local de trabalho, ou seja, as oficinas dos artífices.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Próximo desse tempo, ou seja, no século XIV, começava, também, a actuação do Compagnonnage (Companheirismo), criado pelos cavaleiros templários . &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os membros dessa organização construíram, no Oriente Médio, formidáveis cidadelas, adquirindo certo número de métodos de trabalho herdados da Antiguidade e constituindo, durante as Cruzadas, verdadeiras oficinas itinerantes, para a construção de obras de defesa militar, pontes e santuários. Retornando à Europa, eles tiveram a oportunidade de exercer o seu ofício, construindo catedrais, igrejas, obras públicas e monumentos civis. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A Ordem da Milícia do Templo, ou Ordem dos Templários, foi uma ordem religiosa e militar, criada em 1118, com estatutos feitos pelo abade de Clairvaux (São Bernardo). Adquirindo prestígio e riqueza, a ordem excitaria a cobiça do rei francês Filipe IV, cognominado "o Belo", que, com a conivência do papa Clemente V, conseguiu a sua extinção, em 1312, seguida da execução, na fogueira, de seu Grão-Mestre, Jacques de Molay, em 1314.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;Antes da extinção, necessitando, em suas distantes comendadorias do Oriente, de trabalhadores cristãos, os templários organizaram o Compagnonnage, dando-lhe um estatuto chamado Santo Dever, de acordo com sua própria filosofia.&lt;br /&gt;fonte :www.rlmad.net/&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;http://wwww.msmacom.com.br
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O edifício foi construído com cinco pisos, incluindo o subsolo. A maior sala de jantar, no segundo piso, medido apenas 14 por 21 metros de área. &lt;br /&gt;&lt;span class="fullpost"&gt;&lt;br /&gt;História maçônica registra o início da &lt;strong&gt;Grande Loja de Londres e Westminster como sendo organizado lá em 24 de junho de 1717,&lt;/strong&gt; por uma reunião conjunta de quatro lojas de área local. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um dos alojamentos entre o "original" de quatro anos Lodges 'se encontraram, assumindo o nome do ale-casa. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dr. Anderson diz-nos que uma Grande Loja &lt;em&gt;&lt;strong&gt;'pro tempore'&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; foi formada no &lt;strong&gt;Apple Tree Tavern, em 1716&lt;/strong&gt;, sem Grão-Mestre eleito e sem regras ou leis de qualquer espécie formulado. Esta reunião foi de um acordo para atender aos seguintes 24 de junho de formar uma Grande Loja, no ganso e Alehouse Gridiron. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O encontro famoso de 24 de junho de 1717 (aniversário de St. John the Baptist) foi designado como a Assembléia Anual e Festa. Três reuniões anuais adicionais foram posteriormente especificado pelo original do Regulamento Geral, uma sobre Micael (em Setembro), um pouco depois do Natal (27 de dezembro - aniversário de São João Evangelista), e outro sobre Lady Day (Dia da Anunciação, 25 de março) . Não há registro de que essas reuniões especificado realmente ocorreu. Em qualquer caso, deve notar-se que a intenção original não era para tomar o controle da Maçonaria, contra apenas ter algumas reuniões agendadas combinado, com uma festa associada. (E, olha o que aconteceu!) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na reunião de organização, os quatro alojamentos eleito Anthony Sayer, como o mais velho "Mestre Maçom e Mestre de uma Loja", como seu Grão-Mestre, concordar em realizar uma "grande festa", uma vez por ano. Sayer nomeado o seu Grand Guardas e "ordenou o Mestre e Vigilantes de Loja para atender os oficiais Grand cada trimestre em Comunicação. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os quatro Lodges original, que efetuou a formação do primeiro "Grand Lodge são referidos como" The Old quatro lojas. Eles eram conhecidos pelos nomes das tabernas ou casas ale onde se encontraram. A distinção entre ALE-houses e tabernas, se havia alguma, é, provavelmente, inconsequente. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dr. Anderson enumera as "Quatro Old Lodges 'como: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. No ganso e Gridiron Ale-casa na Igreja de St. Paul's. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. Na Ale Crown-house na pista perto de Parker's Drury Lane. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. At the Apple Tree Tavern em Charles Street, Covent Garden. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4. No Rummer e Tavern Uvas no Canal Row, Westminster. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A lista original de loja, publicado em 1725, mostrou uma representação pictórica do nome ou sinal da taverna ou cervejaria onde cada uma das lojas atendidas, além dos nomes dos locais apropriados ou as ruas e as noites de reunião. O primeiro da lista foi representada por uma figura de um ganso e Gridiron oposto, das quais foram as palavras, "St. Paul's Churchyard, cada Mond outros 29 homens de abril, inclusive." &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enciclopédia da bobina nos informa que o alojamento que inicialmente se reuniram na casa de ganso e Gridiron Ale em 1717 continuaram a se encontrar naquele local até 1729. Em seguida, mudou-se para armas do rei (ou rainha) Tavern na mesma área de Londres, onde permaneceu durante um longo período de tempo. Gravada na Lista de Pousadas de 1760, assumiu o nome de "West Indian and American Lodge". Em 1770, este nome foi mudado para "A Loja da Antiguidade". &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na década de 1770, William Preston, maçônico escritor e ritualista, foi eleito seu mestre, dando ao Lodge estima renovada e dignidade. Mais tarde, o duque de Sussex e Duque de Albany cada um se tornou mestre da loja por vários anos. Embora o nome tenha sido alterado, o descendente Lodge ainda está ativa. Ela reúne, actualmente, na taverna Freemason's Hall e do Freemason's de Londres. &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;http://wwww.msmacom.com.br
http://msmacom.blogspot.com&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6817517580954195471-1883790121195862400?l=msmacom.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://msmacom.blogspot.com/2009/11/igreja-de-st-pauls.html</link><author>noreply@blogger.com (MS Maçom)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-6817517580954195471.post-5723032542045320770</guid><pubDate>Fri, 27 Nov 2009 11:31:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-11-27T09:31:17.676-02:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Grande Loja</category><title>Primeira Obediência Maçônica</title><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://images.absoluteastronomy.com/images/topicimages/u/un/united_grand_lodge_of_england.gif" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://images.absoluteastronomy.com/images/topicimages/u/un/united_grand_lodge_of_england.gif" yr="true" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;O templo maçônico, como é hoje conhecido, é relativamente recente. Na realidade, o primeiro templo maçônico, que foi o da Premier Grand Lodge, de Londres, teve sua pedra fundamental lançada no dia 1º de maio de 1775 e foi inaugurado a 23 de maio de 1776. Antes disso, as Lojas reuniam-se em tabernas, ou nos adros das igrejas, numa prática herdada dos operativos, já que as tabernas, como pontos de reunião, tinham uma função social muito grande. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A primeira Obediência maçônica do mundo, a Premier Grand Lodge, criada a 24 de junho de 1717, foi formada, inicialmente, por quatro Lojas, que tomavam, como título distintivo, os nomes das tabernas e cervejarias em que se reuniam: "The Goose and Gridiron" (O Ganso e a Grelha), "The Apple Tree" (A Macieira), "The Crown" (A Coroa) e "The Rummer and Grapes" (O Copázio e as Uvas). A recém-fundada Obediência, que não contou, inicialmente, com a simpatia dos demais maçons ingleses, continuou suas reuniões nas tabernas, sendo, os símbolos maçônicos, traçados, geralmente com carvão, no chão, ou sobre um painel. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="fullpost"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No dia 1º de maio de 1775, na presença de numeroso grupo de maçons, era lançada a pedra fundamental do "Freemasons´ Hall", a qual continha uma placa, com a seguinte inscrição: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"ANNO REGNI GEORGII TERTII QUINDECIMO, SALUTIS HUMANAE, MDCCLXXV, MENSIS MAII DIE PRIMO, HUNC PRIMUM LAPIDEM, AULAE LATOMORUM (ANGLICE FREE AND ACCEPTED MASONS) POSUERIT HONORATISSIMUS ROB. EDV. DOM. PETRE, BARO PETRE, DE WRITTLE, SUMMUS LATOMORUM ANGLIAE MAGISTER; ASSIDENTIBUS VIRO ORNATISSIMO ROWLANDO HOLT, ARMIGERO, SUMMI MAGISTRI DEPUTATO; VIRIS ORNATISSIMIS JOH. HATCH ET HEN. DAGGE, SUMIS GOVERNATORIBUS; PLENOQUE CORAM FRATRUM CONCURSU; QUO ETIAM TEMPORE REGUM, PRINCIPIUMQUE VIRORUM FAVORE, STUDIOQUE SUSTENTATUM - MAXIMOS PER EUROPAM HONORES OCCUPAVERAT NOMEN LATOMORUM, CUI INSUPER NOMINI SUMMUM ANGLIAE CONVENTUM PRAEESSE FECERAT UNIVERSA FRATRUM PER ORBEM MULTITUDO, E COELO DESCENDIT ". &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após a cerimônia de lançamento, a companhia seguiu, em carruagens, até ao "Leatherfellers´ Hall", onde houve uma festiva recepção, ocasião em que foi instituído o cargo de Grande Capelão (Grand Chaplain).&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;A construção do edifício foi bastante rápida e ele foi concluído em pouco mais de um ano. A 23 de maio de 1776, ele era inaugurado e dedicado à Maçonaria, à Virtude, à Benevolência e Caridade Universais, na presença de uma brilhante assembléia de maçons; uma Ode, escrita por um membro da "Alfred Lodge", de Oxford, e musicada pelo Dr. Fisher, foi executada, na ocasião, perante muitas senhoras, que, nesse dia, honraram a Sociedade com a sua companhia; uma instrutiva explicação sobre a Maçonaria foi transmitida pelo Grande Secretário, seguindo-se uma excelente oração, desenvolvida pelo Grande Capelão. Em comemoração ao evento, tão importante e feliz para a confraria, ficou acertado que o aniversário da cerimônia deveria ser sempre comemorado. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://images.absoluteastronomy.com/images/encyclopediaimages/f/fr/freemasons.hall.london.arp.750pix.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://images.absoluteastronomy.com/images/encyclopediaimages/f/fr/freemasons.hall.london.arp.750pix.jpg" yr="true" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;No prédio da Great Queen Street, então, passaram a ser realizadas as assembléias anuais e as comunicações semestrais da fraternidade; e, para o aperfeiçoamento de quaisquer Lojas e obreiros, ele foi liberalmente franqueado. Os Irmãos da "St. John´s Lodge", de Newcastle, animados pelo exemplo dado pela metrópole, abriram uma subscrição entre eles, com o propósito de construir, na cidade, um templo para os seus trabalhos; e, a 23 de setembro de 1776, era lançada a pedra fundamental da construção, por Francis Peacock, então Master da Loja. Daí em diante, aquele primeiro exemplo foi frutificando. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Do livro "Origens Históricas e Místicas do Templo Maçônico"&lt;br /&gt;Editora Gazeta Maçônica - S.Paulo - 1991 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;http://wwww.msmacom.com.br
http://msmacom.blogspot.com&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6817517580954195471-5723032542045320770?l=msmacom.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://msmacom.blogspot.com/2009/11/primeira-obediencia-maconica.html</link><author>noreply@blogger.com (MS Maçom)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-6817517580954195471.post-3656044325113175812</guid><pubDate>Thu, 26 Nov 2009 12:35:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-11-26T10:37:02.218-02:00</atom:updated><title>Franklin: Abertura da Loja</title><description>&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://nationalheritagemuseum.typepad.com/.a/6a00e550caa66d8834011571c927e5970b-250wi" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://nationalheritagemuseum.typepad.com/.a/6a00e550caa66d8834011571c927e5970b-250wi" width="243" yr="true" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Enquanto 1732-1799 (&lt;strong&gt;&lt;em&gt;George Washington&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;) é sem dúvida o mais conhecido maçom americano, &lt;strong&gt;Benjamin Franklin&lt;/strong&gt; (1706-1790) pode ser um segundo próximo. A coleção do Museu Nacional do Património (EUA) &amp;nbsp;inclui uma série de objetos alusivos Franklin, que reconhecem sua filiação maçónica. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Esta impressão, Franklin na abertura da Loja, foi publicado por &lt;em&gt;Kurz e Allison de Chicago e datas para 1896&lt;/em&gt;. A parceria, que se estendeu de 1880 até pelo menos 1899, produziu uma grande variedade de estampas decorativas, incluindo uma série retratando as batalhas da Guerra Revolucionária. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="fullpost"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Benjamin Franklin tornou-se um maçom, quando foi iniciado em &lt;strong&gt;St. John's Lodge em Filadélfia em 1731&lt;/strong&gt;. Seu envolvimento com a Fraternidade alargada sobre os próximos cinqüenta anos, período em que ocupou vários cargos de liderança. Ele serviu como Grão-Mestre da Pensilvânia em 1734 e Grão-Mestre Provincial da Pensilvânia em 1749. Enquanto em Paris durante a Revolução Americana, Franklin tornou-se membro da Loja das Nove Irmãs (La Loge des Neuf Soeurs), servindo como seu Venerável Mestre 1779-1781.&lt;br /&gt;Nesta públicação, Franklin veste um avental maçônico e uma jóia de mestrado em torno de seu pescoço. Ele fica em uma repousada na sala, rodeada por uma série de símbolos maçônicos. Presumivelmente, este recurso para imprimir os maçons de todo o país e foi considerada apropriada como decoração na loja e em casa. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta públicação é retratado na seção Tesouros do site de pesquisas, que inclui informações sobre cerca de 100 objetos de nossa coleção. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;fonte: Franklin de abertura da Loja, 1896, Kurz e Allison (parceria 1880-1899), Chicago, Illinois, National Heritage Museum, Aquisições Fundo Especial, 81,56. Fotografia por David Bohl&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;http://wwww.msmacom.com.br
http://msmacom.blogspot.com&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6817517580954195471-3656044325113175812?l=msmacom.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://msmacom.blogspot.com/2009/11/franklin-abertura-da-loja.html</link><author>noreply@blogger.com (MS Maçom)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-6817517580954195471.post-201997949381102987</guid><pubDate>Tue, 24 Nov 2009 21:57:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-11-24T19:57:51.437-02:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Guildas</category><title>Organizações de ofício, as precursoras</title><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.rlmad.net/images/stories/artigos/operativos.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://www.rlmad.net/images/stories/artigos/operativos.jpg" yr="true" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;Desde que o homem deixou as cavernas e as suas vivendas de nómada, sedentarizando-se e formando uma sociedade estratificada, surgiram os profissionais dedicados à arte da construção, os quais foram se aperfeiçoando, não só na erecção de casas de residência, mas, também, na de templos, de obras públicas e obras de arte. Embora tivessem, esses profissionais, desde os seus primeiros tempos, mantido, entre si, certa camaradagem e um sentimento de agregação, não havia, na realidade, uma organização que os reunisse, que regulasse a sua actividade e que lhes desse um maior sentido de responsabilidade profissional.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="fullpost"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Foi no Império Romano do Ocidente, da Roma conquistadora, que, em função da própria actividade bélica, surgiu, no século VI a.C., a primeira associação organizada de construtores, os Collegia Fabrorum. Como a conquista das vastas regiões da Europa, da Ásia e do norte da África, levava à destruição, os collegiati acompanhavam as legiões romanas, para reconstruir o que fosse sendo destruído pela guerra. Dotada de forte carácter religioso, essa organização dava, ao trabalho, o cunho sagrado de um culto às divindades. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De início politeísta, tornou-se, com a expansão do cristianismo, monoteísta, entrando, porém, em decadência, após a queda do Império Romano do Ocidente, ocorrida em 476 d.C., embora persistissem pequenos grupos da associação no Império Romano do Oriente, cujo centro era Constantinopla.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na Idade Média é que iria florescer, através do grande poder da época, a Igreja, a hoje chamada Maçonaria Operativa, ou Maçonaria de Ofício, para a preservação da Arte Real entre os mestres construtores da Europa. Assim, a partir do século VI, as Associações Monásticas, formadas, principalmente, por clérigos, dominavam o segredo da arte de construir, que ficou restrita aos conventos, já que, naquela época de barbárie, quando a Europa estava em ruínas, graças às sucessivas invasões dos bárbaros, e quando as guerras, os roubos e os saques eram frequentes e até encarados como fatos normais, os artistas e arquitectos encontraram refúgio seguro nos conventos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Posteriormente, pela necessidade de expansão, os frades construtores começaram a preparar e a adestrar leigos, proporcionando, a partir do século X, a organização das Confrarias Leigas, que, embora formadas por leigos, recebiam forte influência do clero, do qual haviam aprendido a arte de construir e o cunho religioso dado ao trabalho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É dessa época aquela que é considerada a primeira reunião organizada de operários construtores: a Convenção de York, ocorrida em 926 e convocada por Edwin, filho do rei Athelstan, para reparar os prejuízos que as associações haviam tido com as sucessivas guerras e invasões. Nela foi apresentada, para apreciação e aprovação, um estatuto, que, dali em diante, deveria servir como lei suprema da confraria e que é, geralmente, chamado de Carta de York.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quase na mesma época, surgiriam associações simplesmente religiosas, que, a partir do século XII, formaram corpos profissionais: as Guildas. A elas se deve o primeiro documento em que é mencionada a palavra "Loja", para designar uma corporação e o seu local de trabalho. As Guildas e sua contemporânea, a organização dos Ofícios Francos, foram as principais precursoras da moderna Maçonaria. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O seu nome "Gild", de origem teutónica, deriva do título dado, na antiga região da Escandinávia, a um ágape religioso, durante o qual, numa cerimónia especial, eram despejados três copos de chifre (chavelhos), conforme o uso da época, cheios de cerveja, sendo um em homenagem aos deuses, outro, pelos antigos heróis, e o último em homenagem aos parentes e em memória dos amigos mortos; ao final da cerimónia, todos os participantes juravam defender uns aos outros, como irmãos, socorrendo-se mutuamente nos momentos difíceis. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As Guildas caracterizavam-se por três finalidades principais: auxílio mútuo, reuniões em banquetes e autuação por reformas políticas e sociais. Introduzidas na Inglaterra, por reis saxões, elas foram modificadas por influência do cristianismo, mas, mesmo assim, não eram bem aceitas pela Igreja, que não via com bons olhos a prática do banquete, por suas origens pagãs, e a pretensão de reformas políticas e sociais, que pudessem, eventualmente, contribuir para diminuir os seus privilégios e os privilégios das corporações sob a sua protecção. Assim, para evitar a hostilidade da Igreja, cada guilda era organizada sob a égide de um monarca, ou sob o nome de um santo protector.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No século XII, associada às guildas, surgia uma organização de operários alemães, os Steinmetzen, ou seja, canteiros, que, sob a direcção de Erwin de Steinbach, alcançariam notoriedade, quando este conseguiu a aprovação de seus planos para a construção da catedral de Estrasburgo e deu um aperfeiçoado sentido de organização aos seus obreiros. Canteiro é o operário que trabalha em cantaria, que esquadreja e trabalha na escultura da pedra bruta; cantaria (palavra derivada de canto) designa a pedra lavrada para as construções.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;fonte :www.rlmad.net/&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;http://wwww.msmacom.com.br
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